- São Paulo atingiu, em 2025, a produção de 42,7 milhões de metros cúbicos de biometano, ficando em segundo lugar no país, atrás do Rio de Janeiro.
- A produção começou em 2022, com 1,1 milhão de metros cúbicos, e cresceu por três anos consecutivos.
- Em 2025, o estado respondeu por mais de um terço da produção nacional, com 4 milhões de metros cúbicos a menos do que o Rio de Janeiro.
- A capacidade produtiva diária de São Paulo chegou a 558 mil metros cúbicos em março de 2026, tornando o estado líder no ranking nacional desde 2024.
- A região de Campinas teve a maior capacidade diária, concentrando quase metade da produção; são nove usinas ativas, cinco com biogás e quatro com resíduos sólidos urbanos.
O estado de São Paulo alcançou a segunda posição na produção nacional de biometano em 2025, segundo levantamento da Fundação Seade. O Rio de Janeiro ficou na primeira colocação. A produção paulista totalizou 42,7 milhões de m³ no ano.
O biometano é um combustível renovável obtido pela purificação do biogás oriundo da decomposição de resíduos orgânicos. Em 2022, o estado iniciou a produção, registrando 1,1 milhão de m³. Desde então, houve crescimento contínuo.
Em 2025, a produção de São Paulo representou mais de um terço do total nacional. A diferença para o Rio de Janeiro foi de cerca de 4 milhões de m³, segundo o boletim da Seade.
Capacidade produtiva
A capacidade diária paulista de biometano cresceu de 57 mil m³ em 2022 para 558 mil m³ em março de 2026. Com esse ritmo, o estado lidera o ranking nacional desde 2024, impulsionando o potencial de substituição do gás natural fóssil.
A ampliação ocorre em uso como combustível veicular, em processos industriais e no sistema residencial. O biometano pode ser injetado diretamente na rede de distribuição, sem necessidade de adaptações.
Divisão por usinas
No estado, a região de Campinas concentra a maior parte da produção, respondendo por quase metade do total. Ao todo, há nove usinas autorizadas; cinco usam biogás como matéria-prima, gerado de resíduos agrossilvopastoris e comerciais.
As outras quatro usinas operam com resíduos sólidos urbanos de aterros sanitários, ampliando o mix de matéria-prima e a diversidade de fontes para a produção. A informação integra estudo da Seade.
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