- O dólar atinge o maior patamar em mais de um ano ante moedas desenvolvidas, com o DXY em 100,79 pontos, alta de cerca de 0,70%.
- O euro recua para US$ 1,14629 e a libra cai para US$ 1,32297, após a sinalização de política do Fed e do BoE.
- O Federal Reserve manteve os juros estáveis, mas adotou tom cauteloso sobre a inflação, sinalizando possível ação se a inflação piorar.
- O Banco da Inglaterra manteve a taxa em 3,75% e reforçou cautela quanto a aperto adicional, embora dois membros do comitê tenham defendido alta.
- O iene caiu para cerca de 160,91 por dólar, com autoridades japonesas prontas para agir no mercado cambial se necessário.
O dólar segue em alta nas moedas estrangeiras, atingindo a maior marca em mais de um ano frente pares desenvolvidos. O recuo da libra esterlina acompanha a decisão do BoE e a fraqueza do iene continua pressionando intervenções japonesas.
O Fed manteve os juros estáveis, mas sinalizou cautela com a inflação. Em nota, analistas destacam que a instituição parece pronta para agir caso a inflação se desvie ainda mais do alvo. A estreia de um novo presidente da instituição também foi identificada como fator de movimento.
Fed e BoE: sinais de política monetária
Nos EUA, o índice DXY operava em alta, enquanto o euro recuava e a libra caía. Até 9h10, o dólar mostrava avanço frente o iene, que seguia pressionado por desvalorizações recentes.
Câmbio global e reação de autoridades
No Reino Unido, a libra atingiu mínimos de dois meses e meio após o BoE manter a taxa em 3,75%. Inspetores do banco adiantaram tom mais conservador, ainda que dois membros apoiem uma alta de juros em reunião futura.
No Japão, o iene terminou no menor nível desde julho de 2024 frente ao dólar. Autoridades reiteraram prontidão para intervir no mercado cambial se necessário, com o secretário-chefe do gabinete destacando disponibilidade para responder a oscilações.
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