- O Conselho Nacional de Política Energética pode discutir, em reunião extraordinária, a repactuação das dívidas da Eletronuclear relacionadas à Angra três, em 24 de junho.
- A Eletronuclear recomenda a suspensão temporária dos pagamentos ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social e à Caixa Econômica Federal.
- A possibilidade depende da definição sobre a retomada ou não das obras da usina Angra três.
- A pauta da reunião foi incluída e pode ser apreciada pelo CNPE.
- A informação foi apurada pelo Valor.
O Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) poderá discutir, em reunião extraordinária em 24 de junho, a viabilidade de repactuar as dívidas da Eletronuclear relacionadas à usina de Angra 3. A ideia envolve suspender temporariamente pagamentos ao BNDES e à Caixa, mesmo sem definição sobre as obras.
A Eletronuclear, responsável pelo empreendimento, vê na medida uma forma de aliviar o peso financeiro diante da indefinição sobre a retomada ou cancelamento das obras de Angra 3. As informações foram apuradas pelo Valor.
Além da Eletronuclear, as instituições credoras envolvidas são o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e a Caixa Econômica Federal. A proposta foi incluída na pauta da reunião, segundo apuração do veículo.
O contexto aponta que a indefinição sobre Angra 3 tem sido apontada como fator de pressão sobre a saúde financeira da empresa, que negocia instrumentos para manter liquidez enquanto não há sinal claro sobre o futuro da usina.
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