- Escassez de cães farejadores usados para detectar drogas e contrabando está custando milhões de rand em receita alfandegária não auferida.
- A Unidade de Cães Detectores tem 66 tratadores, sendo 9 sem cães.
- São necessários 14 cães adicionais para atender aos requisitos operacionais.
- O ministro da Fazenda, Enoch Godongwana, informou em resposta por escrito a uma pergunta de parlamentar, na quinta-feira.
A África do Sul enfrenta escassez de cães farejadores usados para detectar drogas e contrabando, o que tem custado à Receita Federal milhões de rand em receita alfandegária não auferida. A Detecção Canina da agência informou que o total de manipuladores é de 66, sendo que nove ainda não contam com cães. O pedido é de aquisição de 14 cães adicionais para atender às necessidades operacionais, conforme respondeu o ministro da Fazenda, Enoch Godongwana, a uma pergunta de parlamentar feita na quinta-feira.
Segundo a resposta oficial, a escassez de cães está impactando a capacidade de fiscalização na alfândega, reduzindo a efetividade de operações de combate a contrabando. A autoridade fiscal não detalhou o montante exato da perda, mas afirmou haver impacto financeiro significativo devido à menor atuação de detecção no canal alfandegário.
Detalhes operacionais e próximos passos
- A Detecção Canina identifica substâncias ilícitas e itens contrabando em portos, aeroportos e pontos de entrada.
- O apoio adicional de 14 cães busca restabelecer a cobertura operacional prevista pela unidade.
- A pasta financeira ressaltou que a aquisição depende de recursos e planejamento orçamentário, sem indicar cronograma específico.
A autoridade fiscal não divulgou estimativas de custo ou de prazo para a implantação dos novos cães, limitando-se a informar o objetivo de suprir a demanda de fiscalização. O episódio evidencia o papel estratégico da detecção canina na defesa da arrecadação e da segurança aduaneira do país.
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