- Bernard Appy afirma que a reforma tributária deve ser positiva para quem tem margem baixa, especialmente no comércio.
- A proposta busca unificar impostos e facilitar o pagamento, com potencial ganho de eficiência e competitividade para pequenos e médios empresários.
- O impacto é diferente por setor, devendo cada um avaliar seus custos e benefícios de forma individual.
- A reforma pretende criar ambiente mais propício ao crescimento econômico e à geração de empregos, além de simplificar o sistema tributário.
- Appy vê a reforma como oportunidade de modernização e redução da complexidade, mas ressalta a necessidade de setores se prepararem para as novas regras.
O ex-titular da Secretaria Especial de Reforma Tributária, Bernard Appy, afirmou que a reforma pode ser positiva para empresas com margem de lucro baixa, especialmente no comércio. Ele ressalta que não é verdade que todo o setor de serviços pagará mais imposto nem que a mudança beneficiará toda a indústria.
Appy disse que o impacto varia conforme o setor, e que a proposta busca unificar impostos e facilitar o pagamento, o que pode aumentar eficiência e competitividade das empresas menores.
Ele reforçou que a reforma não é solução mágica e cada segmento deve avaliar seus custos e benefícios, com o objetivo de favorecer o crescimento econômico e a geração de empregos.
Análise por setor
A proposta visa simplificar o sistema tributário e pode beneficiar pequenos e médios empresários do comércio, conforme Appy, com redução de custos operacionais.
Segundo o ex-secretário, a unificação de tributos pode reduzir burocracia e facilitar o planejamento financeiro das empresas, contribuindo para a tomada de decisão.
Ele destacou ainda que o pacote pretende modernizar o ambiente de negócios, mantendo a cautela necessária para que cada setor se adapte às novas regras.
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