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Governo libera R$ 8 bilhões ao setor aéreo após alta de combustíveis

Governo libera R$ 8 bilhões ao Fundo Nacional de Aviação Civil para linha de crédito de capital de giro das aéreas, em razão da alta do querosene de aviação

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  • Governo publicou no Diário Oficial, em 19/6, a Medida Provisória 1.368, que libera R$ 8 bilhões para o setor aéreo.
  • Os recursos vão para o Fundo Nacional de Aviação Civil (Fnac) viabilizar uma linha de crédito voltada ao capital de giro das empresas do setor.
  • Objetivo é reduzir os impactos da alta do querosene de aviação (QAV), principal combustível das companhias.
  • A alta do QAV já ultrapassou 70% em curto prazo, pressionando o caixa das empresas e elevando o risco de cancelamento de rotas.
  • A linha de crédito busca manter operações, evitar interrupções de voos e minimizar impactos para passageiros.

Em sessão publicada no Diário Oficial desta sexta-feira (19/6), o governo federal liberou R$ 8 bilhões para as companhias aéreas que atuam no Brasil. Os recursos vão ao Fundo Nacional de Aviação Civil (Fnac) para viabilizar uma linha de crédito destinada ao capital de giro do setor.

A medida visa mitigar os efeitos da alta do querosene de aviação (QAV), principal combustível das empresas, diante da elevação de custos operacionais. A alta ocorre em meio a tensões no Oriente Médio e à instabilidade no Estreito de Ormuz, rota estratégica de petróleo.

Medida Provisória e objetivo

Segundo o Ministério de Portos e Aeroportos, a linha de crédito manterá operações, evitando cancelamentos de rotas e reduzindo impactos para passageiros. A proposta afirma que o preço do QAV subiu mais de 70% em curto período, pressionando o caixa das aéreas.

O dinheiro integralmente liberado pela MP 1.368 destina-se ao Fnac, com foco no capital de giro. A ideia é assegurar liquidez das empresas e a continuidade da oferta de voos no país.

Impactos e próximos passos

A pasta ressaltou que a medida busca manter serviços e evitar interrupções, principalmente em corredores de maior demanda. Autoridades informam que o governo acompanhará a utilização da linha, com monitoramento de custos e de disponibilidade de crédito.

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