- O CEO da Porsche, Michael Leiters, afirmou que o Taycan chegou cedo demais e não haverá um 911 elétrico; a viabilidade está no motor a combustão e no híbrido.
- Leiters participou de uma mesa redonda com CEOs de Mercedes, grupos Volkswagen e BMW, além do presidente do Conselho de Administração da Audi.
- A Porsche admite avanços no elétrico, mas não exclusivamente; continuará investindo no tema, porém sem um 911 inteiro elétrico.
- Em 2025, a empresa registrou margem de lucro de 0,2%, indicando lucro praticamente nulo no ano.
- As vendas da Porsche na China caíram, em parte devido ao Taycan ter sido considerado obsoleto no mercado local.
O CEO da Porsche, Michael Leiters, afirmou que o Taycan chegou cedo demais, destacando que a montadora não planeja um 911 elétrico. A viabilidade, segundo ele, está no motor a combustão e nos híbridos, sem abandonar a eletrificação.
A fala ocorreu durante uma mesa-redonda organizada pela Auto Motor und Sport, com participação de CEOs da Mercedes, VW, BMW e o presidente da Audi. Leiters reforçou que investimentos continuam, mas o 911 elétrico não é o caminho.
A Porsche atravessa um momento financeiro tenso. As demonstrações de 2025 mostram margem de lucro de apenas 0,2%, sinalizando lucro praticamente nulo mesmo com produção em curso. O cenário impacta planos de longo prazo.
No mercado, a empresa also teve queda de vendas na China, onde o Taycan aparece como um fator de vulnerabilidade diante de mudanças de demanda e de concorrência. Esse contexto pesa sobre a lucratividade divulgada recentemente.
Desempenho financeiro recente
Entre os números, a Porsche informou receita estável, mas custos elevados e margens comprimidas contribuíram para o resultado próximo do zero. Analistas destacam a pressão de custos e a necessidade de ajustes estratégicos.
Situação no mercado chinês
Especialistas apontam que a desaceleração de vendas no principal mercado asiático intensifica a pressão sobre a linha de produtos. A Porsche busca diversificar portfólio e priorizar modelos com maior margens.
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