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UniCredit aproxima 40% da Commerzbank após 12,5% na OPA

UniCredit avança com a oferta em Commerzbank, já com 42,5% e potencial de até 44,33% após amortização; novo prazo de adesão vai até 3 de julho

El director ejecutivo de UniCredit, Andrea Orcel, a finales de mayo en Roma.
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  • UniCredit informou que 12,51% dos acionistas de Commerzbank aceitaram a oferta, elevando a participação total a 42,5% (considerando ações já detidas e instrumentos com direito a entrega física).
  • A participação pode chegar a 44,33% se forem convertidos mecanismos de amortização de ações próprias de Commerzbank, conforme compromisso da instituição alemã.
  • O período de aceitação começou em cinco de maio e segue aberto até três de julho, com resultados provisórios até lá.
  • A oferta prevê troca de 0,485 ações de UniCredit por cada ação de Commerzbank; o fechamento completo dependerá de aprovações regulatórias e condições adicionais.
  • Governo alemão, que detém cerca de 12% de Commerzbank, criticou a operação, dizendo que não oferece prima suficiente e apontando tom mais agressivo na abordagem.

UniCredit avança na compra de Commerzbank, atingindo participação relevante no banco alemão. Aproximadamente 12,51% dos acionistas aceitaram a oferta, elevando a presença do banco italiano próximo de 40% do capital. Se forem considerados ativos com direito a entrega física, a participação sobe para 42,5%.

A leitura inicial aponta que a operação pode chegar a 44,33% caso Commerzbank amortize ações próprias, conforme compromisso do banco germano. O período de aceitação começou em 5 de maio e ainda terá duas semanas adicionais para adesão até 3 de julho.

UniCredit informou que os resultados do período de aceitação são provisórios. A conclusão da operação está sujeita a aprovações regulatórias e pode levar meses, com previsão de liquidação para o primeiro semestre de 2027. O governo alemão criticou a proposta, questionando a prima oferecida e o enfoque da operação.

Reação regulatória e perspectivas

Commerzbank rejeita a operação, afirmando que o valor não reflete o potencial da instituição. O governo da Alemanha, que detém cerca de 12% do banco, também manifestou críticas à estratégia de aquisição. As negociações permanecem sujeitas a aprovações regulatórias e à conclusão das etapas previstas no acordo.

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