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Etanol na gasolina sobe para 32% nesta quarta-feira

CNPE pode aprovar, nesta quarta, 32% de etanol anidro na gasolina, com impactos ambientais e redução prevista de preços nos postos

Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil
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  • CNPE deve aprovar na quarta-feira (24) o aumento da mistura obrigatória de etanol anidro na gasolina de 30% para 32%, conforme anunciado pelo vice-presidente Geraldo Alckmin.
  • A declaração foi feita neste sábado (20) durante evento do setor ferroviário em Dom Aquino, no Mato Grosso.
  • Segundo Alckmin, o Brasil é o único país do mundo a adotar esse percentual de biocombustível na gasolina.
  • A medida visa fortalecer o uso de combustíveis renováveis e reduzir a dependência de derivados de petróleo, com ganhos ambientais e econômicos.
  • A expectativa é de que haja redução no preço da gasolina nos postos logo após a implementação da nova composição.

O Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) deve aprovar na quarta-feira (24) o aumento da mistura obrigatória de etanol anidro na gasolina de 30% para 32%. A informação foi anunciada pelo vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) neste sábado (20), durante evento do setor ferroviário em Dom Aquino (MT).

Alckmin afirmou que o Brasil é o único país a adotar esse patamar na gasolina e destacou benefícios para o ambiente e a economia. Segundo ele, a mudança deve favorecer a redução de preços nos postos após a implementação.

Atualmente, a gasolina vendida no Brasil contém 30% de etanol anidro. O percentual já havia subido de 27% para 30% em junho de 2025. A ampliação para 32% depende de testes de viabilidade técnica e da avaliação do CNPE.

Impactos esperados

O governo ressalta que a medida busca fortalecer o uso de combustíveis renováveis e reduzir a dependência de derivados de petróleo. A expectativa é de ganhos ambientais e, segundo o governo, de menor custo para o consumidor.

Alckmin comentou ainda que a mudança deve se refletir rapidamente nos preços dos combustíveis, com percepção de redução já no início da implementação. As ações dependem da aprovação formal pelo CNPE.

A decisão envolve as refinarias e o mercado de combustíveis, que aguardam o aval oficial para ajustar a formulação da gasolina. A data de início da nova composição ainda não foi divulgada oficialmente.

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