- A Polícia Federal deflagrou a operação Miragem, com nove mandados de busca e apreensão, para apurar fraude e manipulação contábil no Banco Digimais, controlado por Edir Macedo.
- A ação autorizou o sequestro e o bloqueio de bens no valor de R$ 670,3 milhões.
- O Banco Digimais informou que permanece à disposição das autoridades para prestar esclarecimentos e colaborar com as investigações, mantendo compromisso com transparência e conformidade regulatória.
- As investigações são apoiadas por relatórios do Banco Central, que indicam manipulação de demonstrativos contábeis e registros regulatórios para ocultar a real situação financeira.
- Em maio, o banco negou irregularidades contábeis em reportagens, afirmando que as informações eram incorretas.
O Banco Digimais está no centro de uma operação da Polícia Federal chamada Miragem. A ação investiga indícios de fraude e manipulação contábil na instituição, que é controlada por Edir Macedo, dono da Record e fundador da Igreja Universal do Reino de Deus. A PF informou que nove mandados de busca foram cumpridos e que houve sequestro e bloqueio de bens no valor de 670,3 milhões de reais.
A operação ocorreu nesta terça-feira (23.jun.2026) e tem como base relatórios do Banco Central, segundo a Polícia Federal. As apurações apontam manipulação de demonstrativos contábeis e registros regulatórios para ocultar a real situação financeira da instituição.
O banco afirmou que está à disposição das autoridades para esclarecer os fatos e colaborar com as investigações. Em nota enviada ao Poder360, a instituição ressaltou o compromisso com transparência, conformidade regulatória e cooperação com os órgãos competentes.
Esclarecimentos e contexto
O Digimais já havia negado, em maio, reportagens sobre irregularidades contábeis, classificando-as como infundadas. A nota pública ressaltou que as informações teriam buscado prejudicar a imagem da instituição. O conteúdo original permanece acessível na página inicial do banco.
Entre na conversa da comunidade