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Finep, Petrobras e BNDESPar estruturam FIP para transição energética

Finep, Petrobras e BNDESPar avançam na estruturação de FIP para transição energética, com capital-alvo de até R$ 500 milhões

Iniciativa representa avanço na estruturação de instrumentos financeiros voltados à inovação climática
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  • Nesta terça-feira, 23, Finep, Petrobras e BNDESPar avançaram na estruturação do FIP voltado à Transição Energética e Descarbonização, com regulamento já aprovado e início da identificação de oportunidades de investimento.
  • O fundo tem capital-alvo de até R$ 500 milhões e busca ampliar o financiamento a tecnologias para transição energética e descarbonização da economia.
  • A gestora Valetec foi selecionada por chamada pública para estruturar e gerir o FIP, com foco em startups e empresas de base tecnológica que já têm MVP validado.
  • Áreas prioritárias incluem energias renováveis, biocombustíveis, e-fuels, hidrogênio de baixo carbono, captura e armazenamento de carbono, armazenamento de energia e eletromobilidade, além de soluções para descarbonização de operações.
  • O projeto reforça a atuação da Finep na promoção de investimentos indiretos via FIP, complementando linhas de crédito, subvenção e convênios para fomentar o Sistema Nacional de Inovação, com políticas já em andamento para transição energética.

O Finep, a Petrobras e a BNDESPar avançaram na estruturação do Fundo de Investimento em Participações FIP voltado à Transição Energética e Descarbonização. O anúncio ocorreu nesta terça-feira, dia 23, com o regulamento já aprovado internamente pelos cotistas. O fundo começa a identificar e avaliar oportunidades de investimento.

O FIP terá capital-alvo de até 500 milhões de reais. A iniciativa faz parte de uma estratégia coordenada entre as três instituições para ampliar o financiamento a tecnologias voltadas à transição energética e à redução de emissões. O objetivo é apoiar soluções tecnológicas que promovam descarbonização da economia.

O processo envolve a gestora Valetec, escolhida por meio de chamada pública para estruturar e gerir o FIP, com foco em startups e empresas de base tecnológica que já tenham MVP validado e potencial de escala. As áreas prioritárias incluem energias renováveis, biocombustíveis, hidrogênio de baixo carbono, captura e armazenamento de carbono, armazenamento de energia e eletromobilidade.

O que envolve o FIP e atuação das partes

A Finep enlaça o fundo à sua estratégia de investimentos indiretos, complementando operações de crédito, subvenções e convênios com ICTs para fomentar o Sistema Nacional de Inovação. A iniciativa reforça a participação pública na promoção de inovação climática no país.

As operações em pauta seguem a política de investimento do FIP, com foco em soluções que promovam descarbonização e expansão de tecnologias limítrofes ao futuro energético. A estrutura está em estágio avançado, com passos seguintes ainda dependentes de aprovação regulatória entre os cotistas.

A proposta faz parte de uma retomada de investimentos indiretos da Finep em empresas, ampliando o portfólio de instrumentos para financiar a transição energética. O conjunto de ações sugere uma linha de crédito indireto associada a subsídios e financiamento a projetos de inovação.

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