- Governo de São Paulo suspendeu a licitação para concessão de seis parques urbanos da capital, com entrega de envelopes prevista para julho, na B3.
- A nova data para a sessão de entrega e abertura dos envelopes ainda não foi marcada; a suspensão foi publicada no Diário Oficial do Estado na sexta-feira, 19 de junho.
- O modelo prevê contrato de 30 anos, com investimento total de R$ 150,4 milhões, sendo R$ 64,1 milhões nos quatro primeiros anos; a nova data será definida pela SPI.
- Entre os parques listados estão o Parque da Juventude (zona norte) e o Parque Ecológico do Tietê (zona leste), além de quatro unidades na zona leste.
- As intervenções previstas incluem modernização de estruturas, ampliação de áreas de lazer, sustentabilidade (reúso de água da chuva, energia solar, iluminação eficiente) e gestão de resíduos; a remuneração pode chegar a até R$ 23,7 milhões anuais conforme metas cumpridas.
O Governo de São Paulo suspendeu a licitação para a concessão de seis parques urbanos da capital. O leilão estava marcado para julho na B3, no centro de São Paulo, com entrega de propostas entre 1º e 7 de julho. A decisão foi publicada no Diário Oficial e ocorreu após solicitação de interessados.
A medida tem origem na necessidade de readequar o processo diante de manifestações de potenciais concorrentes. A Secretaria de Parcerias em Investimentos afirma que a nova data será definida posteriormente, mantendo o objetivo de ampliar a competitividade, a transparência e a segurança jurídica.
Parques envolvidos
São cinco unidades na zona leste e uma na zona norte. Entre elas estão o Parque da Juventude, o Parque Ecológico do Tietê e o Parque Vila Jacuí. A lista completa inclui:
- Parque da Juventude Dom Paulo Evaristo Arns (zona norte)
- Parque Estadual do Belém Manoel Pitta (zona leste)
- Parque Ecológico do Tietê – Núcleo Engenheiro Goulart (zona leste)
- Parque Vila Jacuí (zona leste)
- Parque Maria Cristina Hellmeister de Abreu (zona leste)
- Parque Itaim Biacica (zona leste)
Modelo, investimentos e metas
O edital prevê contrato de 30 anos com investimento estimado em 150,4 milhões de reais. Em quatro primeiros anos, o aporte pode chegar a 64,1 milhões. As intervenções devem modernizar estruturas como rampas, banheiros e sinalização, ampliar áreas de lazer e instalar equipamentos esportivos.
Na agenda ambiental, o projeto prevê reúso de água da chuva, uso de energia solar, iluminação de baixo consumo e gestão de resíduos com foco em reciclagem e compostagem. As obras deverão seguir normas para reduzir impactos ao meio ambiente.
A remuneração da futura concessionária pode chegar a até 23,7 milhões de reais por ano, condicionada ao cumprimento de metas e indicadores de desempenho. O governo não informa nova data para a sessão de entrega nem para a abertura dos envelopes.
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