Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Professora afirma ser inventora do Pix e processa o BC por direitos autorais

Processo no TRF-1 acusa Banco Central de violação de direitos autorais; autora pede indenização mínima de R$ 1 milhão e reconhecimento de direitos sobre o Pix

Pix foi lançado pelo BC em 2020
0:00
Carregando...
0:00
  • A professora Anette Vernaschi Toppan processa o Banco Central por violação de direitos autorais, alegando ter inventado a ideia do Pix e buscando indenização mínima de R$ 1 milhão; ação tramita no TRF‑1 e está em fase inicial.
  • Ela afirma ter registrado em 2014 o projeto “Tá Pago” na Biblioteca Nacional, método de transferência eletrônica que usava créditos de celular, considerado semelhante ao Pix.
  • Alega que, entre 2015 e 2016, seu sócio contatou o Banco Central em busca de autorização para funcionamento de arranjo de pagamento, e que o Pix lançado em 2020 seria fruto dessa ideia.
  • O Banco Central nega violação, afirmando que já existiam sistemas de pagamento móveis parecidos; a instituição não comentou o caso.
  • A decisão de maio manteve a negativa de produção de prova pericial técnica; o processo segue com recurso de Anette e disputa sobre tradução de documentos em língua estrangeira apresentados pela defesa do BC.

Uma professora e empresária afirma ser a inventor da ideia que originou o Pix e move ação contra o Banco Central do Brasil por violação de direitos autorais. O processo tramita no Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1) e está em fase inicial. A indenização reclamada é de no mínimo R$ 1 milhão.

Segundo a autora, Anette Vernaschi Toppan, em 2014 registrou na Biblioteca Nacional o projeto “Tá Pago”, com transferência eletrônica instantânea que substitui dinheiro. Alega que a diferença com o Pix seria o uso de créditos de celular, já que a empresa não era instituição financeira naquela época.

O BC nega violação de direitos autorais e afirma que já existiam sistemas de pagamento móveis similares ao modelo apresentado pela autora. A instituição não comentou o caso oficialmente.

Contexto jurídico e prazos

O processo foi distribuído em setembro de 2025 e ficou em segredo de Justiça até maio, quando tornou-se público. O juiz federal Arthur Pinheiro Chaves negou, anteriormente, a produção de prova pericial para analisar eventual similaridade entre Tá Pago e Pix.

A defesa do BC contesta provas apresentadas em língua estrangeira e pediu que esses documentos sejam traduzidos. O magistrado deve decidir sobre a solicitação, além do recurso da autora contra a negativa da perícia.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais