- Escassez de plásticos, causada pela guerra no Irã, eleva os custos de embalagem de alimentos na Ásia.
- O aumento nos custos de embalagem leva algumas empresas a repassar parte do valor para os preços finais.
- O índice global de preços de alimentos está próximo de patamar de três anos, com pressão adicional estimulando altas.
- Consumidores asiáticos devem enfrentar faturas de supermercado mais altas por meses.
- Os reajustes de custo podem se somar ao preço do combustível, aumentando o custo de vida.
O aumento nos custos de embalagens plasticas pode manter os preços de alimentos elevados na Ásia por meses. O motivo é o aperto na oferta de plástico, resultado da guerra no Irã, que interrompeu a produção e distribuição de insumos essenciais.
Como consequência, empresas de alimentos estão repassando parte dos custos de embalagem aos consumidores. A elevação ocorre em meio a indicadores de preços de alimentos já em patamar próximo ao máximo em três anos.
Quem está envolvido: fabricantes de produtos alimentícios e de embalagens, que dependem de plástico para transporte e conservação. Outros elos da cadeia também acompanham a pressão de custos.
Quando e onde: o cenário se desenha a partir do conflito atual no Irã, com impactos observados globalmente, incluindo a região asiática, onde o consumo de alimentos se intensifica no segundo semestre.
Por que ocorre: a guerra compromete a produção de polímeros, pellets e outros insumos, elevando o custo de matéria-prima e de logística. A situação complica ainda mais a já alta trajetória de preços de produtos alimentícios.
AUXÍLIO DE DADOS
- O índice global de preços de alimentos já mostrava elevação recente antes da piora da situação energética.
- Analistas alertam que novas altas podem ocorrer se a oferta de embalagens não se normalizar rapidamente.
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