- O Banco Central do Brasil elevou a previsão de crescimento do PIB para 2% neste ano, ante 1,6% projetado em março.
- A melhora é puxada por mercado de trabalho robusto e pelo gasto governamental que sustentam a atividade.
- Mesmo com o avanço, o BC sinaliza que o estímulo cria pressão sobre uma política monetária mais rígida, que busca frear a inflação.
- Analistas consultados pelo BC também esperam crescimento próximo de 2% no mesmo período.
- O ajuste foi divulgado no relatório de política monetária divulgado na quinta-feira.
O Banco Central do Brasil elevou a previsão de crescimento da economia em 2026 para 2%, ante 1,6% projetados em março. A revisão ocorre em meio a um mercado de trabalho robusto e ao apoio de gastos governamentais.
Os ajustes foram anunciados pelo Conselho, liderado por Gabriel Galípolo, em relatório de política monetária divulgado nesta quinta-feira. A instituição continua mantendo política monetária restritiva para conter a inflação.
Analistas externos consultados pelo BC também estimam expansão próxima de 2% no mesmo período, reforçando a leitura de que o impulso fiscal e o mercado de trabalho estão impulsionando o desempenho econômico.
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