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BC eleva previsão de PIB para 2% e reduz déficit em transações correntes

BC aumenta previsão do PIB para dois por cento em 2026 e revisa déficit em transações correntes, com maior dinamismo da demanda interna

Fachada da sede do Banco Central, em Brasília
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  • O Banco Central elevou a previsão de crescimento do PIB para 2026 de 1,6% para 2,0%, citando desempenho do primeiro trimestre e melhora em agropecuária e indústria extrativa.
  • A revisões também apontam maior dinâmica da demanda interna, com estímulos fiscais e creditícios ajudando o avanço econômico.
  • O déficit em transações correntes para este ano passou a estimado em US$ 56 bilhões.
  • Os Investimentos Diretos no País (IDP) devem alcançar US$ 75 bilhões em 2026.
  • A balança comercial deve registrar superávit de US$ 78 bilhões em 2026, com despesa líquida de viagens de US$ 15 bilhões.
  • O crédito total deve crescer 9,0% em 2026, com crédito às famílias em 9,8% e às empresas em 7,8%; crédito livre avança 7,8% e direcionado 10,7%.

O Banco Central elevou a projeção de crescimento do PIB para 2026 de 1,6% para 2,0%, conforme o Relatório de Política Monetária divulgado nesta quinta-feira (25). A instituição aponta aceleração da atividade e resiliência do mercado de trabalho, influenciadas por estímulos fiscais e creditícios.

A revisão também reflete uma demanda interna mais dinâmica e expectativas positivas para a agropecuária e a indústria extrativa. O BC destaca que o cenário é compatível com medidas de apoio à economia adotadas pelo governo.

Projeções macroeconômicas

O BC elevou ainda a estimativa para o saldo das transações correntes deste ano, prevendo déficit de US$ 56 bilhões, ante US$ 58 bilhões de maio. A projeção para Investimentos Diretos no País subiu para US$ 75 bilhões em 2026.

Balança comercial e crédito

A balança comercial deve registrar superávit de US$ 78 bilhões em 2026, contra US$ 73 bilhões antes. Já a despesa com viagens ficou estimada em US$ 15 bilhões. O crédito total deve crescer 9,0% neste ano, com crédito a famílias em 9,8% e a empresas em 7,8%.

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