- Aneel mantém bandeira amarela em julho, com cobrança extra de R$ 1,885 por cada 100 kWh.
- A medida reflete o esvaziamento dos reservatórios das usinas hidrelétricas, principal fonte de energia.
- A bandeira funciona como termômetro de custos: menos chuva leva a uso de usinas mais caras.
- A arrecadação extra cobre a diferença financeira da energia mais cara que entra na rede.
- Tabela de cobrança: Bandeira Verde (sem taxa); Bandeira Amarela (R$ 18,85 por MWh ou R$ 1,88 por 100 kWh); Vermelha 1 (R$ 44,63 por MWh ou R$ 4,46 por 100 kWh); Vermelha 2 (R$ 78,77 por MWh ou R$ 7,87 por 100 kWh).
O que aconteceu: a Aneel confirmou que a bandeira tarifária amarela continuará acionada em julho, mantendo a cobrança extra para os consumidores. A decisão foi anunciada nesta sexta-feira (26/6).
Quem está envolvido: Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e as distribuidoras de energia, que repassam o custo adicional aos clientes.
Quando e onde: válido para todo o mês de julho no Brasil, segundo a autoridade reguladora.
Por quê: o estresse nas hidrelétricas devido à estiagem eleva o custo de operação das usinas, justificando a continuidade da bandeira amarela.
A medida mantém a cobrança adicional de R$ 1,885 a cada 100 kWh consumidos, refletindo geração mais cara quando os reservatórios estão baixos.
O sistema de bandeiras funciona como um termômetro dos custos de energia no país. Menor chuva significa menos água armazenada e maior necessidade de usinas termelétricas, elevando o custo da geração.
A arrecadação extra, por sua vez, cobre a diferença financeira causada pela energia mais cara que entra na rede nacional. Assim, o valor da conta varia conforme as condições de geração mensalmente.
Detalhes da cobrança
- Bandeira Verde: não há cobrança adicional.
- Bandeira Amarela: acréscimo de R$ 18,85 por MWh, ou R$ 1,88 a cada 100 kWh.
- Bandeira Vermelha (Patamar 1): acréscimo de R$ 44,63 por MWh, ou R$ 4,46 a cada 100 kWh.
- Bandeira Vermelha (Patamar 2): acréscimo de R$ 78,77 por MWh, ou R$ 7,87 a cada 100 kWh.
As informações são atualizadas mensalmente pela Aneel com base no nível dos reservatórios e na necessidade de acionamento de usinas adicionais.
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