- O FMI avalia que a inteligência artificial pode alimentar a inflação não apenas pelo aumento de custos de chips, mas também ao deixar os consumidores mais ricos e dispostos a gastar.
- O aumento de investimentos em IA está gerando valuations elevados para empresas nos EUA e em países como a Coreia do Sul.
- Essa valorização pode criar um efeito riqueza que eleva as pressões de preços, segundo o economista-chefe do FMI, Pierre-Olivier Gourinchas.
- Gourinchas comentou em entrevista à Bloomberg News, realizada em Washington, na sexta-feira.
OIMF aponta que a IA pode impulsionar a inflação não apenas pelo aumento do custo dos chips, mas também pelo ganho de riqueza dos consumidores, elevando o consumo.
Pierre-Olivier Gourinchas, economista chefe do FMI, afirmou que o boom de investimentos em IA gera avaliações elevadas para empresas. Isso tende a criar um efeito riqueza.
Segundo o economista, as empresas listadas nos mercados dos EUA e de países como a Coreia do Sul refletem esse dinamismo, o que pode pressionar preços.
A reportagem foi publicada em Washington, após Gourinchas conceder entrevista à Bloomberg News na quinta-feira.
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