- SLC Agrícola e Bom Futuro disputam o direito de preferência sobre um bloco de 41 mil hectares em Mato Grosso, pertencente à Radar, avaliado em aproximadamente R$ 1,85 bilhão.
- Radar afirma que a decisão final sobre a venda cabe ao proprietário do imóvel, que ainda não se pronunciou oficialmente.
- A fronteira do conflito ganhou destaque após Radar anunciar a venda do lote para a Cosan, que busca ampliar atuação no agronegócio.
- A disputa sinaliza a forte concorrência por terras no estado, líder na produção de soja, milho e algodão, e pode impactar o mercado regional nos próximos meses.
A disputa pelo controle de um bloco de 41 mil hectares em Mato Grosso envolve as empresas SLC Agrícola e Bom Futuro, que contestam o direito de preferência na aquisição do terreno pertencente à Radar. O imóvel está avaliado em aproximadamente 1,85 bilhão de reais. A Radar afirma que a decisão final sobre a venda cabe ao proprietário.
Segundo fontes próximas às negociações, as duas companhias sustentam ter prioridade na compra, caso o proprietário reconheça direito de preferência. A Radar ainda não se posicionou publicamente sobre a definição do negócio. A venda anunciada seria para a Cosan, grupo com atuação em energia, logística e agro.
A Radar tornou pública a intenção de vender o lote à Cosan, ampliando a atuação do conglomerado no agronegócio. As partes disputantes alegam que possuem prerrogativas de compra, o que pode impedir ou atrasar a conclusão da transação. O valor estimado do negócio reforça a repercussão no mercado.
O cenário evidencia a intensa competição pela aquisição de terras no estado, líder na produção de soja, milho e algodão no Brasil. Analistas indicam que a disputa pode influenciar preços e estratégias de expansão das grandes empresas do setor, mesmo diante da ausência de decisão final.
Até o momento, não houve definição sobre qual parte terá o direito de preferência ou se o acordo com a Cosan permanece viável. A Petrobras não tem relação com o tema; a Radar deve esclarecer os próximos passos. O caso segue em análise pelos envolvidos e por autoridades de mercado.
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