- Gratine, palmito de açaí desenvolvido pela Salada Amazônia, ganhou o Wellknown Award 2026 na categoria plant-based, em reconhecimento a inovação no segmento de orgânicos e sustentáveis.
- O produto usa a fibra interna da palmeira de açaí, antes descartada, é orgânico, com cinco gramas de proteína e cento e noventa e seis calorias por unidade, e foi feito para grelhar.
- Chegou ao mercado com certificação orgânica e rastreabilidade, atendendo às exigências regulatórias de cinco destinos de exportação: Japão, Reino Unido, Emirados Árabes, Europa e Estados Unidos.
- A logística é o principal entrave: comunidades fornecedoras ficam em regiões remotas da Amazônia, acessíveis por via fluvial, exigindo estrutura e parcerias técnicas com a Embrapa Amazônia Oriental. Atualmente, a empresa opera 11 áreas certificadas.
- A empresa projeta ampliar áreas certificadas, desenvolver novos produtos da biodiversidade amazônica e consolidar a marca como referência internacional em alimentos da região, conforme destacada pela fundadora, Mônica Rosa.
O Gratine, palmito de açaí desenvolvido pela Salada Amazônia, ganhou o Wellknown Award 2026 na categoria plant-based. O prêmio internacional reconhece produtos inovadores de orgânicos e sustentáveis.
O palmito chega ao mercado com certificação orgânica, rastreabilidade e conformidade com exigências regulatórias de cinco destinos de exportação: Japão, Reino Unido, Emirados Árabes, Europa e Estados Unidos. O lançamento reforça o valor da biodiversidade amazônica.
A ideia surgiu ao perceber que a fibra interna do palmito, historicamente descartada, tinha potencial de negócio. O palmito é orgânico, com 5 g de proteína e 96 kcal por unidade, desenvolvido para grelhar e integrar cardápios de chefs.
Logística é entrave: comunidades fornecedoras ficam em áreas remotas da Amazônia, acessíveis apenas por via fluvial. Mantê-las em linha com certificação orgânica exigiu estrutura, parcerias técnicas com a Embrapa Amazônia Oriental e décadas de manejo sustentável.
Hoje a Salada Amazônia opera 11 áreas certificadas. A fundadora, Mônica Rosa, aponta oportunidades da bioeconomia para gerar produtos inovadores e competitivos, mantendo a floresta em pé e gerando renda local.
Os planos incluem ampliar as áreas certificadas, desenvolver novos produtos a partir da biodiversidade e consolidar a marca como referência internacional em alimentos amazônicos. A premiação valida a cadeia produtiva construída ao longo dos anos.
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