- MacKenzie Scott doou US$ sete bilhões em dois mil e vinte e cinco para habitação, diversidade e temas afins, conforme o relatório Giving USA 2026.
- O valor representa um terço das megadoações de pessoas físicas nos EUA em dois mil e vinte e cinco (US$ dezenove vírgula dois bilhões), ficando acima de doadores como Michael Bloomberg, Bill Gates e Warren Buffett.
- Nos cinco anos anteriores, Scott doou cerca de US$ vinte e seis bilhões, mais do que Jeff Bezos já doou na vida toda.
- Em dois mil e dezanove, ela assinou o Giving Pledge, mas preferiu não criar uma instituição própria, mantendo doações a várias organizações.
- O total de US$ seiscentos e dezessete vírgula dois bilhões doados em dois mil e vinte e cinco foi o maior valor nominal da história dos EUA, com crescimento de três por cento sobre o ano anterior. Os setores que mais receberam foram religiões, serviços humanos e educação; iniciativas ligadas ao saber cresceram quase nove por cento.
MacKenzie Scott destinou US$ 7 bilhões a instituições voltadas para habitação, diversidade e temas afins, no último ano. O dado integra o relatório Giving USA 2026, divulgado pela Fortune, que aponta o montante entre as megadoações de pessoas físicas em 2025.
O valor representa um terço das doações dessa natureza no país naquele ano, que somaram US$ 19,2 bilhões. Grandes filantropos como Michael Bloomberg, Bill Gates e Warren Buffett aparecem com incrementos menores, conforme o levantamento.
Ao longo de cinco anos, Scott acumulou cerca de US$ 26 bilhões em doações, volume superior ao que Jeff Bezos doou na vida toda, segundo a Fortune. A ex-mulher de Bezos assinou o Giving Pledge em 2019, comprometendo-se a doar a maior parte de sua fortuna em vida.
O modelo de filantropia de Scott
Em vez de criar uma instituição própria, Scott optou por distribuir recursos a diversas organizações, mantendo autonomia para atuação. Ela defende que a contribuição não financeira pode ter impacto substancial, especialmente quando apoiada por ações não-transacionais.
Em texto publicado no fim de 2025, a bilionária reforçou a ideia de que doações podem gerar efeitos positivos semelhantes aos benefícios de cuidados básicos. O relato cita ainda a gratidão por apoios recebidos no passado como motivação para doar.
Scott evita tornar públicas suas doações de forma contínua. Ela recusou espaço na lista da Chronicle of Philanthropy que resume os maiores doadores do ano, buscando manter menor exposição sobre os aportes.
Dados do Giving USA 2026
Total de US$ 617,2 bilhões foi doado nos EUA em 2025, recorde nominal e 3% acima de 2024 com ajuste pela inflação. Pessoas físicas contribuíram com US$ 394,2 bilhões, fundações com US$ 117,15 bilhões, empresas com US$ 43,67 bilhões e heranças com US$ 62,19 bilhões.
Relatórios indicam que as áreas religiosas receberam cerca de US$ 151,58 bilhões, seguidas por serviços humanos e educação, com US$ 99,50 bilhões e US$ 92,01 bilhões, respectivamente. As áreas de saber mostraram maior crescimento, de 8,9%, seguidas por meio ambiente e animais, em alta de 8,2%.
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