- EUA e Irã concordaram em cessar hostilidades e permitir a passagem de navios pelo estreito de Ormuz; o Brent sobe para US$ 71 por barril, alta de 0,72%.
- Futuros: S&P 500 e Nasdaq avançam 0,4%; futuros europeus sobem 0,2%; MSCI Asia-Pacífico recua 0,4% com KOSPI perto de queda de quase 2% e Nikkei em baixa de cerca de 1%.
- Um acordo de paz provisório de 14 pontos, fechado em 17 de junho, visa parar os combates e reabrir o estreito durante negociações sobre o programa nuclear iraniano.
- Investidores acompanham a valorização de ações ligadas à IA e a rotação para setores menores e cíclicos; o BIS alerta sobre a durabilidade desse ciclo de investimentos.
- A perspectiva de alta de juros nos EUA aumenta o dólar; o ouro cai 0,4% para US$ 4.072 por onça.
As Bolsas europeias iniciam a semana em viés de alta, com o petróleo acima de 70 dólares o barril. A valorização acontece após acordos entre Estados Unidos e Irã para cessar hostilidades e permitir tráfego de mercadorias pelo estreito de Ormuz. A cotação do Brent subiu 0,72%, para 71 dólares.
O acordo diplomático ocorre após dias de troca de ataques entre as partes, que ameaçaram retardar as negociações para encerrar o conflito. Na sessão, o petróleo responde à expectativa de maior estabilidade no Médio Oriente, reduzindo temores de interrupção de oferta.
Futuros de ações nos EUA registraram leves altas: S&P 500 e Nasdaq ganham 0,4%. Na Europa, os contratos avançam 0,2%. Já o conflito regional mantém cautela entre investidores e influencia a percepção de risco global.
Os analistas destacam a dificuldade de direcionalidade no curto prazo. Segundo a Reuters, a sessão tende a ser movida por fluxos de operações, sem grandes oscilações entre compradores e vendedores.
Mercados e petróleo
O preço do petróleo reflete a percepção de menor risco geopolítico e, ao mesmo tempo, a preocupação com a durabilidade de qualquer acordo. O ajuste de oferta continua a ser observado de perto por operadores globais.
Especialistas apontam que o mercado reage a dados de inflação e à política monetária. A possibilidade de altas de juros nos EUA permanece entre as hipóteses de traders para o fim do ano.
Entre rúbricas sobre investimentos, o setores de tecnologia externa ainda atrai atenções. A atenção está voltada aos impactos da guarda de valores e à rotação entre ações de IA e empresas mais cíclicas.
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