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Mercado acompanha trégua EUA-Irã e aguarda payroll

Mercados sob a trégua EUA‑Irã e payroll, com futuros de Nova York em alta; petróleo sobe e Ibovespa pode reagir, enquanto BTG/Nexus aponta Lula com vantagem menor

Moradores nadam nas águas do Estreito de Ormuz, importante rota de petróleo controlada pelo Irã — Foto: Amirhosein Khorgooi/ISNA via AP
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  • Futuros dos índices de Nova York sobem nesta manhã, após forte venda de ações de tecnologia na semana passada.
  • Irã e Estados Unidos concordaram, no domingo, em interromper as hostilidades e retomar as negociações; ainda há incertezas que ajudam a manter leve alta no petróleo.
  • O dólar opera em queda modesta, com o DXY em torno de 101,24 pontos.
  • Brento para agosto avança para US$ 72,39 por barril; WTI sobe para US$ 69,82 por barril.
  • No Brasil, pesquisa BTG/Nexus mostra Lula com 47% e Flávio Bolsonaro com 44% em eventual segundo turno; dados estimulados pela repercussão de vídeo de Michelle Bolsonaro e pela saída de Jaques Wagner da liderança do governo no Senado; investidores aguardam payroll de quinta-feira, feriado de quatro de julho.

O que aconteceu: mercados globais recomporam-se após a trégua entre EUA e Irã, anunciada no fim de semana. A pausa nos ataques elevou o apetite por risco e reduziu parte das tensões geopolíticas.

Quem está envolvido: EUA e Irã concordaram em interromper as hostilidades e retomar negociações. Investidores acompanharam a repercussão, aliados à recuperação das ações de tecnologia na semana anterior.

Quando e onde: nesta manhã, em Nova York, com o petróleo e o dólar reagindo no cenário externo. O feriado de 4 de julho também influencia a expectativa por dados de emprego, marcando a quinta-feira como dia-chave.

Como e por quê: o foco ficou no payroll dos EUA, aguardado para quinta-feira, e na evolução das tensões geopolíticas. O câmbio mostrou leve fraqueza do dólar, enquanto o Brent e o WTI avançaram.

Mercados globais em alta marginal

Futuros dos índices de Nova York operaram em alta, sinalizando recuperação após a forte venda de tech. O dólar caía levemente no exterior, com o DXY aos 101,24 pontos (-0,11%).

O Brent para agosto subiu 0,56%, a US$ 72,39 por barril, e o WTI avançou 0,85%, para US$ 69,82 por barril. A leitura sugere menor volatilidade após a trégua, ainda que incertezas permaneçam.

Cenário doméstico e perspectivas

A melhora no apetite por risco pode favorecer o Ibovespa, diante de dados ainda a serem divulgados no Brasil. A agenda inclui o Caged de empregos formais e produção industrial, com olhos em cortes na Selic.

No âmbito político, a pesquisa BTG/Nexus mostrou mudança na corrida presidencial. Lula aparece com 47% das intenções de voto, Flávio Bolsonaro com 44%. Processo de novo turno segue incerto, conforme o levantamento.

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