- O indicador de receita líquida ajustada (RLA) terminou maio em 4,96%, segundo o Tesouro Nacional.
- A RLA serve para definir o limite anual de despesas do Orçamento da União, suavizando variações de receitas não previsíveis.
- Exclui fontes voláteis, como concessões, dividendos, royalties, recursos não sacados do PIS/Pasep e programas especiais de recuperação fiscal.
- Para o Orçamento de 2026, a RLA considera o período julho de 2024 a junho de 2025, resultando no teto de avanço das despesas de 2,50%.
- A RLA usada para 2026 cresceu 6,37% nesse período, segundo o arcabouço fiscal.
O indicador de receita líquida ajustada (RLA) abriu o mês de junho mantendo o foco no controle de despesas. O dado divulgado pelo Tesouro Nacional aponta que o RLA fechado para maio ficou em 4,96%, conforme previsto pela lei do novo arcabouço fiscal.
A RLA é usada para determinar o limite anual de despesas da União, buscando suavizar o impacto de variações de receitas não previsíveis. Ela exclui fontes voláteis como concessões, dividendos, royalties, recursos não sacados do PIS/Pasep e programas especiais de recuperação fiscal.
Essa metodologia visa oferecer uma base mais estável para o crescimento das despesas, alinhada à trajetória da atividade econômica. O cálculo do limite de despesas reais para o Orçamento de 2026 partiu de dados de julho de 2024 a junho de 2025, resultando em um avanço de 2,50%.
Funcionamento da RLA
A RLA utilizada para o Orçamento de 2026 cresceu 6,37% no período considerado, o que sustenta o teto de aumento das despesas estabelecido pelo arcabouço fiscal. A divulgação foi feita pelo Tesouro Nacional em 29 de maio.
Fonte: Tesouro Nacional.
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