- A Caixa Econômica Federal atingiu R$ 1 trilhão em carteira de crédito imobiliário, conforme divulgação do Governo Federal.
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- Nos primeiros três meses deste ano, a Caixa concedeu R$ 64,2 bilhões em crédito imobiliário, alta de 30% ante o mesmo período de 2025.
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- O Minha Casa Minha Vida representa 58,4% do valor da carteira da Caixa; em 2026, o programa soma R$ 208,66 bilhões em recursos, vindos de FGTS, Fundo Social, Orçamento Geral da União e subsídios.
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- Desde 2023, o MCMV já contratou 2,3 milhões de unidades, com investimentos de cerca de R$ 360 bilhões.
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- Em abril de 2025, o programa ganhou Faixa 4 (Classe Média) e houve ajuste de tetos para as quatro faixas; 87,5 mil famílias foram reenquadradas, 31,3 mil migraram para faixas com juros mais baixos.
A Caixa Econômica Federal atingiu a marca de R$ 1 trilhão em sua carteira de crédito imobiliário, conforme dados do Governo Federal. O avanço ocorre em meio a números recordes do Minha Casa Minha Vida (MCMV) e operações impulsionadas pelo programa habitacional.
Nos primeiros três meses de 2026, a Caixa concedeu R$ 64,2 bilhões em crédito imobiliário, um aumento de 30% ante o mesmo período de 2025. O resultado coloca o banco perto de marcas históricas e reforça o papel do crédito habitacional no desempenho da instituição.
Segundo informações internas, o MCMV representa 58,4% do valor total da carteira de crédito da Caixa. Em 2026, o programa dispõe de R$ 208,66 bilhões em recursos, vindos de FGTS (R$ 142,1 bilhões), Fundo Social (R$ 45 bilhões) e Orçamento Geral da União (R$ 9,3 bilhões). Há ainda R$ 12,5 bilhões em descontos para famílias de menor renda.
Desde 2023, o MCMV já contratou 2,3 milhões de unidades em todo o país, com investimentos estimados em R$ 360 bilhões. O programa vem ampliando a parcela de atendimentos e o espectro de renda dos beneficiários.
Mudanças nas Faixas do Minha Casa Minha Vida
Em abril de 2025, o MCMV passou a incluir a Faixa 4, voltada para famílias de classe média, e houve reajustes nas demais faixas.
- Faixa 1: renda bruta mensal até R$ 3.200.
- Faixa 2: de R$ 3.200,01 a R$ 5.000.
- Faixa 3: de R$ 5.000,01 a R$ 9.600.
- Faixa 4 (Classe Média): de R$ 9.600,01 a R$ 13.000.
As alterações entraram em vigor por portaria do Ministério das Cidades e foram aprovadas pelo Conselho Curador do FGTS.
Com os novos tetos, 87,5 mil famílias foram reenquadradas, sendo 31,3 mil para faixas com juros menores. Isso impacta o custo financeiro para beneficiários.
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