- Durigan afirma que juros altos freiam o crescimento e elevam o custo da dívida pública, defendendo revisão da política monetária.
- Mesmo com inflação sob controle, a taxa elevada encarece o crédito para empresas e famílias, prejudicando investimentos e consumo.
- O aumento dos juros eleva o peso dos pagamentos de dívida no orçamento, o que pode reduzir recursos para saúde, educação e infraestrutura.
- Países da região, como o Paraguai, apresentaram crescimento de cerca de cinco vírgula cinco por cento nos últimos três anos, mostrando caminhos alternativos ao uso de juros altos.
- O debate reforça a importância de um ambiente de negócios mais favorável para inovação e empreendedorismo, visando desenvolvimento econômico sustentável.
O economista Durigan afirma que juros elevados freiam o crescimento e elevam o custo do endividamento público. Ele defende uma revisão da política monetária para incentivar a atividade e reduzir o peso da dívida.
Segundo Durigan, a taxa básica elevada encarece crédito para empresas e famílias, limitando investimentos, consumo e geração de empregos. O custo de financiamento sobe, pressionando a competitividade.
Ainda, o governo precisa remunerar títulos da dívida conforme as taxas vigentes, elevando o gasto com juros. O cenário pode reduzir recursos para saúde, educação e infraestrutura.
Cenário regional
O Paraguai lidera o crescimento na América do Sul, com média anual de 5,5% nos últimos três anos, segundo o Banco Mundial. Fatores como sistema tributário competitivo e inflação contida ajudam o desempenho.
O país também registrou menor desemprego em 13 anos e redução significativa da pobreza. Tais dados alimentam o debate sobre políticas econômicas alternativas.
Perspectivas para inovação e empreendedorismo
Especialistas destacam que juros mais baixos podem incentivar a criação de empresas e o desenvolvimento tecnológico. Ambiente de negócios está entre os fatores determinantes para o desenvolvimento econômico.
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