- Universidades de São Paulo (USP) contemplaram cerca de quinze mil estudantes de graduação e pós-graduação neste ano.
- O programa de permanência estudantil passou por mudanças em dois mil e vinte e três, visando ampliar as condições para realizar o curso com dignidade.
- A iniciativa busca reduzir a evasão causada por dificuldades econômicas, incluindo moradia e alimentação.
- O jornalista Luiz Roberto Serrano conversou com a professora Ana Lúcia Duarte Lanna, pró-reitora de Inclusão e Pertencimento, sobre planos para os próximos anos.
- As propostas visam atender necessidades socioeconômicas dos alunos, com foco em moradia, alimentação e outros apoios para a permanência estudantil.
No episódio do programa Desafios 24, Luiz Roberto Serrano discutiu a permanência estudantil na USP. O tema aborda como a universidade atua para manter estudantes durante o curso, com foco em condições de continuidade.
Neste ano, cerca de 15 mil estudantes de graduação e pós-graduação foram contemplados pela USP. O objetivo do programa é oferecer condições para que os alunos concluam o curso com dignidade, reduzindo evasão causada por dificuldades econômicas.
As mudanças em 2023 no programa foram apresentadas como base para ações futuras, visando ampliar o alcance e a efetividade das medidas de apoio aos alunos com dificuldades socioeconômicas.
Planos e próximos passos
A entrevista contou com a participação de Ana Lúcia Duarte Lanna, pró-reitora de Inclusão e Pertencimento, que detalhou planos para os próximos anos. As ações visam dirimir dificuldades como moradia, alimentação e outras necessidades básicas.
Ela ressaltou que os esforços incluirão acompanhamento mais próximo dos estudantes, plus programas de suporte financeiro e parcerias institucionais para ampliar a permanência. O diálogo buscou mapear prioridades para manter estudantes engajados.
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