- A 10ª Copa América Feminina começa hoje no Equador e vai até 2 de agosto.
- O Brasil, octacampeão, busca manter sua liderança e garantir vaga nos Jogos Olímpicos de Los Angeles-2028.
- O treinador Arthur Elias convocou 23 atletas, sendo 12 de clubes brasileiros.
- O Brasil precisa chegar à final da Copa América para assegurar a classificação olímpica.
- A principal rival é a Colômbia, que avançou até as quartas de final na Copa do Mundo de 2023.
A partir de hoje, dez seleções iniciam a disputa pela 10ª Copa América Feminina, que acontece no Equador até 2 de agosto. O Brasil, octacampeão, busca manter sua liderança no futebol feminino e garantir uma vaga nos Jogos Olímpicos de Los Angeles-2028. O treinador Arthur Elias convocou 23 atletas, sendo 12 delas atuando em clubes brasileiros.
O Brasil já está confirmado na Copa do Mundo de 2027, mas precisa chegar à final da Copa América para assegurar a classificação olímpica. Desde a chegada de Elias, a seleção tem apresentado um desempenho crescente, incluindo um vice-campeonato olímpico e uma vitória histórica sobre os EUA. Atualmente, ocupa o quarto lugar no ranking da FIFA, seu melhor índice desde 2013.
A Copa América conta com 230 jogadoras de diversas partes do mundo, com destaque para as ligas da América do Sul. 141 atletas atuam em clubes sul-americanos, com 28 representantes do Brasil e da Argentina. A maioria das jogadoras, 53,9%, joga em times estrangeiros, refletindo a globalização do futebol feminino. A repórter Gabrielle Botário destaca que esta edição será mais globalizada, refletindo o crescimento do esporte na região.
Concorrência e Destaques
A principal rival do Brasil é a Colômbia, que avançou até as quartas de final na Copa do Mundo de 2023. As seleções se enfrentarão no dia 25 de julho. A Colômbia possui 19 jogadoras atuando fora do país, com destaque para Linda Caicedo, atacante do Real Madrid. A competição interna na Colômbia, no entanto, é considerada menos competitiva, dificultando o desenvolvimento do futebol feminino.
Em contraste, a Espanha se destaca como uma vitrine para jogadoras, com clubes de alto nível e investimentos significativos. O Barcelona, atual campeão da Champions, exemplifica o sucesso da liga espanhola. A jornalista Izabela Baeta ressalta que a estrutura e os investimentos no futebol feminino são cruciais para o crescimento do esporte.
A partida inaugural do torneio será entre Equador e Uruguai, às 21h, e contará com jogadoras que atuam na primeira divisão do Brasileirão. O torneio promete ser um marco na evolução do futebol feminino na América do Sul, com o Brasil em busca de mais um título.
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