- Clara Moneke compartilhou nas redes sociais o processo de manutenção de suas micro braids, que durou seis horas.
- Cinco trancistas viajaram de São Paulo ao Rio de Janeiro para realizar o trabalho no salão Took Brasileiro.
- Entre os trancistas estavam Michelle Oliveira, Diva Benedito e as congolesas Junette Simão, Lucia Kipalo e Silvia Nkombo.
- As micro braids representam a identidade negra e promovem a autoestima, conectando Clara com sua ancestralidade nigeriana.
- O estilo de tranças é um símbolo de resistência e empoderamento, sendo destacado por figuras como a atriz Leona na novela “Dona de Mim”.
Um verdadeiro símbolo de força e empoderamento, as micro braids, popularizadas pela atriz Leona na novela “Dona de Mim”, voltaram a ser destaque nas redes sociais. A atriz Clara Moneke compartilhou recentemente o processo de manutenção de suas tranças, que durou impressionantes seis horas.
Processo de Manutenção
Cinco trancistas, incluindo Michelle Oliveira, Diva Benedito e as congolesas Junette Simão, Lucia Kipalo e Silvia Nkombo, viajaram de São Paulo ao Rio de Janeiro para atender ao pedido especial de Clara. O trabalho foi realizado no salão Took Brasileiro, onde as profissionais demonstraram habilidade e dedicação.
As micro braids são mais do que um estilo; elas representam a identidade negra e promovem a autoestima. Para Clara Moneke, essas tranças são uma forma de se conectar com sua ancestralidade, sendo filha de um nigeriano da etnia Ibo. A atriz explora diferentes estilos de tranças, mostrando sua versatilidade e conexão cultural.
Representatividade e Cultura
As tranças, utilizadas por homens e mulheres, carregam uma rica história de resistência e pertencimento. Tanto Leona quanto Clara Moneke são representantes desse legado cultural, que celebra a força de um povo que continua a lutar por sua identidade. As micro braids, portanto, não são apenas um acessório de moda, mas um verdadeiro manifesto de resistência e orgulho.
Os fãs podem acompanhar mais aventuras de Leona nos próximos capítulos de “Dona de Mim”, onde a trama continua a explorar temas de empoderamento e identidade.
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