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Pacientes do SUS iniciam atendimento por planos de saúde; saiba mais sobre a mudança

O programa "Agora Tem Especialistas" inicia atendimentos no SUS e promete quitar parte das dívidas das operadoras com o governo até 2025

Marliete Augusto Valério Santos e Adriana Bezerra de Lemos estão entre os primeiros pacientes do SUS a serem atendidos por planos de saúde. (Foto: Matheus Alves / João Risi / MS)
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  • O programa “Agora Tem Especialistas” foi lançado pelo Ministério da Saúde para permitir que operadoras de saúde troquem dívidas por serviços ao Sistema Único de Saúde (SUS).
  • Os primeiros atendimentos ocorreram em Recife, beneficiando oito pacientes com cirurgias e exames.
  • O Hospital Ariano Suassuna, da Hapvida, foi o primeiro a aderir ao programa.
  • A dívida das operadoras com o governo federal é estimada em R$ 1,3 bilhão, e a expectativa é que R$ 750 milhões sejam quitados até 2025.
  • O programa busca reduzir as filas de espera no SUS, especialmente em áreas como oncologia e ortopedia.

Os primeiros atendimentos do programa Agora Tem Especialistas ocorreram nesta semana em Recife, onde oito pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) foram beneficiados. A iniciativa, lançada pelo Ministério da Saúde, permite que operadoras de saúde troquem dívidas com o governo por serviços prestados ao SUS.

Os atendimentos foram realizados no Hospital Ariano Suassuna, da Hapvida, que foi o primeiro a aderir ao programa. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, acompanharam os procedimentos. Entre os pacientes atendidos, estavam cinco mulheres e dois homens, com idades variando de 8 a 67 anos, que realizaram cirurgias e exames como artroplastias, tomografias e ressonâncias magnéticas.

O programa visa reduzir as longas filas de espera enfrentadas pelos usuários do SUS, especialmente em áreas com maior demanda, como oncologia e ortopedia. A dívida das operadoras com o governo federal é estimada em R$ 1,3 bilhão, e a expectativa é que R$ 750 milhões sejam quitados até 2025 por meio da oferta de serviços.

As operadoras de saúde podem se cadastrar voluntariamente para participar do programa. Após a adesão, os atendimentos são regulados pelo sistema que gerencia as filas do SUS. O programa também considera as necessidades apontadas por estados e municípios, buscando atender a demanda por serviços especializados.

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