- Chefs brasileiros enfrentam desafios ao cozinhar fora do Brasil, em países como Tailândia, EUA, Índia e Paquistão.
- A chef Janaína Torres teve problemas com bagagem extraviada ao viajar para Bangkok, mas conseguiu receber seus ingredientes a tempo para um jantar.
- Em 2023, os chefs Fabrício Lemos e Lisiane Arouca levaram a culinária baiana para Manhattan, enfrentando a proibição da farinha de mandioca e improvisando com farinha local.
- Marcelo Schambeck, do Capincho, teve dificuldades na Índia e no Paquistão, incluindo atrasos de voo e problemas na alfândega, mas conseguiu realizar os jantares.
- Essas experiências destacam a resiliência dos chefs e a crescente presença da culinária brasileira no cenário internacional.
Desafios e Aventuras de Chefs Brasileiros no Exterior
Viajar para cozinhar fora do Brasil é uma experiência repleta de desafios e oportunidades. Chefs brasileiros têm enfrentado situações inusitadas em países como Tailândia, EUA, Índia e Paquistão, onde a adaptação a novas culturas e a logística de transporte de ingredientes se tornam cruciais.
A chef Janaína Torres compartilhou sua experiência ao ser convidada para cozinhar no restaurante Ms. Maria & Mr. Singh, em Bangkok. A mala com seus ingredientes essenciais, como farinhas e cachaça, não chegou junto com ela, gerando pânico. Após dias de busca, a bagagem chegou a tempo para o jantar, mas não sem tensão.
Em 2023, os chefs Fabrício Lemos e Lisiane Arouca levaram a culinária baiana para Manhattan, enfrentando desafios logísticos. A farinha de mandioca não foi liberada, obrigando a equipe a improvisar e produzir farinha localmente. O horário de funcionamento do restaurante também exigiu adaptações, mas a troca cultural foi enriquecedora.
Choques Culturais e Improvisações
Marcelo Schambeck, à frente do Capincho, teve uma experiência intensa na Índia e no Paquistão. Em 2013, ele levou ingredientes como feijão e erva-mate, mas enfrentou atrasos de voo e dificuldades na alfândega. A equipe teve que lidar com tentativas de cobrança de propina, mas conseguiu passar com a ajuda da embaixada.
O choque cultural foi constante, desde a recepção até a culinária local. Marcelo, com tatuagens visíveis, chamou a atenção em um ambiente onde isso é menos comum, gerando situações inesperadas. Apesar dos desafios, os jantares ocorreram e proporcionaram uma imersão na cultura gastronômica da região.
Essas experiências mostram que, apesar dos imprevistos, a culinária brasileira continua a ganhar espaço no cenário internacional, destacando a criatividade e a resiliência dos chefs. Cada viagem se transforma em uma história única, repleta de aprendizados e sabores.
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