- O governo brasileiro apresentou o Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) de 2026.
- O orçamento prevê R$ 245,5 bilhões para saúde, R$ 133,7 bilhões para educação e R$ 5,1 bilhões para defesa.
- Na saúde, os recursos incluem R$ 84,7 bilhões para assistência hospitalar e ambulatorial, além de R$ 9,5 bilhões para maternidades e unidades de atenção especializada.
- Para a educação, R$ 87,3 bilhões serão destinados à educação básica, com R$ 12 bilhões para o programa Pé-de-Meia.
- O Ministério da Defesa receberá R$ 5,1 bilhões, com investimentos em caças Gripen e cargueiros KC-390, entre outros projetos.
O governo brasileiro apresentou nesta sexta-feira o Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) de 2026, que destina R$ 245,5 bilhões para saúde, R$ 133,7 bilhões para educação e R$ 5,1 bilhões para defesa. O projeto ainda será submetido à análise do Congresso Nacional.
Na área da saúde, os recursos visam a manutenção de hospitais e programas de vacinação, com R$ 84,7 bilhões alocados para assistência hospitalar e ambulatorial. O foco será na redução de filas de espera e na melhoria da atenção básica. Além disso, R$ 9,5 bilhões serão investidos em maternidades e unidades de atenção especializada, parte do Novo PAC.
Para a educação, a proposta prevê R$ 133,7 bilhões, sendo R$ 87,3 bilhões destinados à educação básica. O programa Pé-de-Meia, que apoia estudantes do ensino médio da rede pública, contará com R$ 12 bilhões, valor que será contabilizado integralmente no orçamento pela primeira vez.
Investimentos em Defesa
O Ministério da Defesa receberá R$ 5,1 bilhões para projetos estratégicos. Entre as iniciativas destacadas estão a compra de caças Gripen, com investimento de R$ 1,3 bilhão, e cargueiros KC-390, que receberão R$ 546 milhões. O orçamento também inclui R$ 780 milhões para o Programa Nuclear da Marinha e R$ 716,9 milhões para o desenvolvimento de submarinos no PROSUB.
Especialistas alertam que, apesar dos valores permitirem a execução das políticas em 2026, ajustes poderão ser necessários nos anos seguintes. Isso se deve à possibilidade de reinclusão da despesa com precatórios no arcabouço fiscal, o que poderia reduzir o espaço para gastos discricionários.
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