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Trump assina lei que restaura leite integral nas refeições escolares

Trump assina lei que permite leite integral nas refeições escolares, revertendo política de Obama e ampliando opções lácteas para cerca de 30 milhões de alunos

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  • O presidente Donald Trump assinou uma lei que permite o retorno do leite integral e do leite com 2% nas refeições escolares, reverter artigos da era Obama.
  • Escolas participantes do Programa Nacional de Alimentação Escolar poderão oferecer leite integral, 2%, além do desnatado e de produtos com baixo teor de gordura; bebidas não lácteas que atendam aos padrões nutricionais também podem entrar no cardápio.
  • Caso haja restrição alimentar, as escolas devem oferecer uma alternativa de leite não lácteo se houver declaração dos pais, não apenas de médicos.
  • A lei pode entrar em vigor já neste outono, embora alguns estabelecimentos demorem a adaptar a demanda, estoques e cadeia de suprimentos.
  • A mudança afeta cerca de 30 milhões de estudantes atendidos pelo Programa Nacional de Alimentação Escolar e acompanha diretrizes que passaram a enfatizar laticínios com gordura total sem adição de açúcares.

O Congresso dos Estados Unidos aprovou e o presidente assinou uma lei que restaura o uso de leite integral nas refeições escolares. A medida permite que escolas participantes do National School Lunch Program sirvam leite integral e leite com 2% de gordura, além das opções desnatadas já exigidas.

A lei, chamada Whole Milk for Healthy Kids Act, também autoriza bebidas não lácteas que atendam aos padrões nutricionais do leite. Caso haja restrição alimentar, as escolas devem oferecer uma alternativa não láctea mediante nota dos pais.

A assinatura, realizada na Casa Branca, contou com a presença de parlamentares, produtores leiteiros e familiares. O objetivo é ampliar opções de gordura no leite servido aos estudantes.

A mudança chegou em meio à divulgação das Diretrizes Dietéticas de 2025-2030, que destacam o consumo de laticínios com gordura integral como parte de uma alimentação balanceada. Anteriormente, a orientação era favorecer laticínios com baixo teor de gordura.

A decisão pode já entrar em vigor no próximo semestre letivo, embora haja expectativa de que algumas redes escolares demorem para ajustar a demanda e as cadeias de suprimento. O retorno do leite integral é visto como vitória pela indústria de laticínios.

Estudos e especialistas divergem sobre os impactos do leite integral na obesidade infantil. Um crítico aponta que novas evidências não comprovam benefício significativo de reduzir gordura na dieta escolar. Outros estudos sugerem possíveis vantagens em determinadas populações.

A mudança afetará cerca de 30 milhões de estudantes matriculados no National School Lunch Program, segundo autoridades. Alterações incluem oferta de várias opções de leite, incluindo versões com sabor, orgânico ou convencional, integral ou com gordura reduzida, além de alternativas não lácteas que atendam aos padrões nutricionais.

Fonte: AP News.

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