- O MEC divulgou balanço de ações internacionais em 2025 para celebrar o Dia Internacional da Educação, em 24 de janeiro.
- O Brasil liderou setores educacionais no BRICS e no Mercosul, além de conduzir debates na COP 30, em Belém (PA).
- A expansão de frentes bilaterais incluiu acordos com Bahamas e outras 35 agendas com parceiros como Alemanha, França, China, Índia, Reino Unido e Uruguai.
- Em nível mundial, o país sediou a 12ª Reunião de Ministros da Educação do BRICS, com a Declaração de Brasília e aumento da Rede de Universidades do bloco de 56 para 178 instituições.
- No G20, o MEC participou de encontros técnicos e ministeriais, apresentando iniciativas como o programa Mais Professores para o Brasil e a Plataforma Carolina Bori, além de apoiar ações sobre alfabetização e educação climática.
No Dia Internacional da Educação, celebrado neste sábado, 24 de janeiro, o MEC divulgou balanço de ações internacionais em 2025. O documento destaca o protagonismo brasileiro em organismos multilaterais e a presidência de setores educacionais do BRICS e do Mercosul. Também aponta debates realizados na COP30, em Belém (PA).
Segundo o balanço, o Brasil ampliou presencia em negociações bilaterais com países da América, África, Ásia e Europa. Entre os marcos está o acordo educacional com as Bahamas, completando a cooperação com 34 países das Américas. Ao todo, 35 agendas bilaterais foram realizadas.
A atuação do Ministério da Educação foi essencial para fortalecer alianças, ampliar redes de cooperação e posicionar o Brasil como referência. A cooperação internacional é apresentada como instrumento de transformação com foco social, econômico e ambiental.
Fóruns mundiais
Sob a coordenação do MEC, o Brasil liderou a agenda de educação do BRICS, sediando a 12ª Reunião de Ministros em Brasília. A reunião resultou na Declaração de Brasília e na expansão da Rede de Universidades do bloco, que passou de 56 para 178 instituições parceiras.
Fórum regional e cooperação regional
Na região, a Presidência Pro Tempore Brasileira do Mercosul Educacional realizou seminários e 39 reuniões. Estas ações fortaleceram programas como o Parlamento Juvenil do Mercosul, ampliando a avaliação regional e a mobilidade acadêmica entre estados-membros.
Educação climática e alianças
Durante a COP30, o MEC posicionou a educação como pilar da agenda climática e organizou 13 eventos nas Zonas Verde e Azul. A atuação destacou políticas que articulam qualidade educacional, inovação e sustentabilidade, com ênfase no Pnae.
Iniciativas de cooperação na África e Ásia
Entre as ações, houve acordos para capacitar até 400 técnicos agrícolas moçambicanos a partir de 2026 e apoio a São Tomé e Príncipe em EJA e alimentação escolar. Na Ásia, diálogos com China e Japão trataram de IA, conectividade e intercâmbio, com acordos de cooperação em educação e língua portuguesa.
Projetos e juventude
O MEC propôs a criação da Rede África–Brasil–América Latina e Caribe sobre políticas de educação e juventude para sustentabilidade. A iniciativa visa compartilhar tecnologias sociais, formação conjunta e fortalecer políticas públicas voltadas à juventude e à educação climática.
Continuidade de ações
Entre os destaques, estão o intercâmbio técnico em Timor-Leste, missões para fortalecer o ensino técnico e a formação de profissionais em áreas estratégicas. O apoio também inclui projetos como a Plataforma Carolina Bori e o programa Mais Professores para o Brasil.
Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da AAI
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