- Inscrições para integrar a Rede Nacional de Cursinhos Populares vão até 27 de fevereiro, pelo sistema da Rede Nacional com login Gov.br e a documentação exigida.
- O MEC vai investir R$ 108 milhões em 2026 para apoiar 514 cursinhos, sendo 384 já apoiados e 130 selecionados em novo edital.
- A rede apoia cursinhos pré-vestibulares populares para preparar estudantes sociais vulneráveis para o Enem e o acesso à universidade.
- Podem concorrer cursinhos legalmente instituídos, informais por instituição operadora, projetos de extensão ou redes; prioridade a estudantes de escolas públicas, negros, indígenas, quilombolas, pessoas com deficiência e renda familiar per capita de até R$ 1.621.
- Cada cursinho escolhido pode receber até R$ 208 mil, incluindo auxílio permanência de R$ 200 por mês para até 40 estudantes por até oito meses; cursinhos já na CPOP podem solicitar prorrogação mediante relatório de atividades e contas aprovadas.
A Rede Nacional de Cursinhos Populares (CPOP) abriu inscrições para instituições interessadas em integrar o programa neste ano. O processo fica aberto até 27 de fevereiro e deve ser feito pelo sistema da Rede Nacional, com login Gov.br e documentação prevista no edital. A iniciativa visa ampliar o acesso de jovens socialmente vulneráveis ao ensino superior por meio de cursinhos pré-vestibulares.
Em 2026, o MEC prevê apoiar 514 cursinhos populares. Desse total, 384 já recebem apoio técnico e financeiro e permanecem no programa; outros 130 serão selecionados por meio de novo edital. Quem já integra a CPOP pode solicitar prorrogação, mediante relatório de atividades e aprovação da prestação de contas.
O investimento total para este ano é de R$ 108 milhões. O objetivo é ampliar a oferta de suporte técnico, financeiro e de materiais para as atividades administrativas dos cursinhos.
Quem pode participar
Podem concorrer cursinhos populares legalmente instituídos, iniciativas vinculadas a projetos de extensão e redes de cursinhos, incluindo modalidades informais via instituição operadora. O edital prioriza estudantes de escolas públicas, negros, indígenas, quilombolas, pessoas com deficiência e renda familiar por pessoa de até um salário mínimo.
A ampliação da rede busca ampliar o acesso ao ensino superior para jovens de diversas regiões do país, conforme o MEC, que ressalta o aumento de apoio a mais de 500 cursinhos na edição atual.
Apoio técnico e financeiro
Cada cursinho selecionado poderá receber até R$ 208 mil. O valor contempla o auxílio permanência de R$ 200 por mês aos estudantes, além de recursos para educadores, coordenadores e apoio técnico-pedagógico e psicossocial, e aquisição de materiais administrativos.
O auxílio permanência é pago por até oito meses e pode atender de 20 a 40 estudantes por unidade. Em 2025, a primeira edição beneficiou 384 cursinhos, atingindo mais de 12 mil estudantes com investimento total de R$ 74 milhões.
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