- Mais de 30 mil estudantes adicionais de várias instituições aderiram à ação coletiva “Student Group Claim”, elevando o total para quase 200 mil signatários.
- A escalada ocorre após a UCL anunciar acordo com 6,5 mil ex-alunos que argumentam ter recebido educação aquém do pago durante a Covid-19; o pagamento, segundo a Financial Times, seria de £21 milhões, embora nem a universidade nem os advogados confirmem oficialmente o valor.
- Além de UCL, cartas de reivindicação pré-ação foram enviadas a trinta e seis universidades da Inglaterra e do País de Gales, entre elas Bath, Bristol, Cardiff, Exeter, Imperial College London, Leeds, Liverpool e Warwick.
- A ação é fundamentada na lei de proteção ao consumidor, com alegação de que estudantes pagaram por ensino presencial e uso de instalações, mas houve ensino online eล็ cinemas fechados durante a pandemia, resultando em perda de valor.
- Os réus e advogados destacam que o processo continua, com o andamento das próximas fases da ação em defesa dos estudantes afetados.
Tens de milhares de estudantes que estiveram na universidade durante a pandemia ingressaram em uma ação coletiva por compensação, à medida que surgem relatos de um acordo de £21 milhões com a University College London (UCL). O grupo já reúne quase 200 mil signatários de várias instituições.
Fontes envolvidas no processo afirmam que, nesta semana, cerca de 30 mil novos participantes ingressaram no Student Group Claim, elevando o total para quase 200 mil. A UCL revelou, na semana passada, ter fechado acordo com 6,5 mil ex-alunos, sem admitir responsabilidade, e com termos confidenciais.
O movimento envolve também cartas de pré-ação a 36 universidades na Inglaterra e no País de Gales, incluindo Bath, Bristol, Cardiff, Exeter, Imperial College London, Leeds, Liverpool e Warwick. O número de alvos pode aumentar com novas ações.
Progresso da ação e pontos-chave
Os advogados que representam os estudantes argumentam que os alunos pagaram mensalidades para ensino presencial e uso de instalações, mas tiveram cursos online e campus fechados por períodos significativos. A ação é fundamentada na lei de consumo, que prevê compensação quando o serviço recebido é inferior ao contratado.
Os escritórios Asserson e Harcus Parker coordenam a representação. Eles informam que, desde o anúncio do acordo com a UCL, ocorreram adesões adicionais de aproximadamente 30 mil requerentes. O andamento do litígio se concentra na fase de próximas etapas legais.
Dr. Michael Spence, reitor da UCL, afirmou que a instituição ofereceu caminhos de reparação durante a pandemia e que o foco permanece na pesquisa e educação de ponta. Não houve confirmação oficial sobre o montante do suposto acordo.
Contexto e impactos
Analistas apontam que o setor universitário enfrenta dificuldades financeiras já antes da pandemia, potencializadas pela incerteza de acordos envolvendo dezenas de milhares de estudantes. O desfecho pode influenciar outras instituições em litígios semelhantes.
As informações sobre valores de acordos não foram confirmadas pelas partes envolvidas. A imprensa, incluindo o Financial Times, citou uma mensagem de advogados dos reclamantes mencionando o valor, mas sem confirmação oficial.
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