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Da punição ao diálogo: série mostra como escolas brasileiras estão transformando conflitos em caminhos de cuidado e convivência

Produção percorre experiências reais em diferentes estados e mostra como escuta, mediação e reconstrução de vínculos vêm transformando conflitos escolares em oportunidades de aprendizado e proteção nas redes públicas de ensino.

TV do MEC mostrará práticas implementadas por escolas brasileiras
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  • Série Escola que Protege, exibida pelo Canal Educação, começa nesta quinta-feira, 26 de fevereiro, com cinco episódios exibidos às 19h30.
  • O tema central é a resolução pacífica de conflitos e o fortalecimento da convivência escolar, dentro do Programa Escola que Protege e do Sistema Nacional de Acompanhamento e Combate à Violência nas Escolas.
  • O primeiro episódio mostra a experiência do Centro de Ensino Fundamental 1 de Planaltina (DF), a primeira escola do Distrito Federal a aderir à Justiça Restaurativa nas Escolas.
  • A temporada reúne experiências de Ceará, São Paulo, Amapá, Rio Grande do Sul e Distrito Federal, abrangendo as cinco regiões do Brasil.
  • Participam especialistas e dirigentes, como Zara Figueiredo e Marlova Noleto, com informações disponíveis no Canal Educação, no YouTube do Canal Educação e no canal do MEC.

Conflitos fazem parte da rotina escolar. A diferença está em como eles são enfrentados. Em vez de punição imediata ou silenciamento, algumas escolas brasileiras têm apostado na escuta, no diálogo e na reconstrução de vínculos como caminho para transformar tensões em aprendizado e fortalecer a convivência.

É essa mudança de perspectiva, que troca o confronto pela mediação e a exclusão pelo cuidado, que ganha destaque na série “Escola que Protege”, que estreia nesta quinta-feira (26), às 19h30, no Canal Educação, a TV do MEC. Com cinco episódios, a produção apresenta experiências voltadas à resolução pacífica de conflitos e ao fortalecimento da proteção escolar, no âmbito do Programa Escola que Protege (ProEP), dentro do Sistema Nacional de Acompanhamento e Avaliação (Snave).

No episódio de abertura, o público conhecerá a Escola Fundamental 1 de Planaltina (DF). A unidade atende mais de mil estudantes do 6º ao 9º ano, sendo 150 com deficiência, e foi a primeira do Distrito Federal a implementar o programa de Justiça Restaurativa nas Escolas — uma abordagem que prioriza escuta, diálogo estruturado e responsabilização com reconstrução de vínculos.

Ao longo da temporada, a série percorre experiências no Ceará, São Paulo, Amapá, Rio Grande do Sul e Distrito Federal, contemplando as cinco regiões do país. A proposta é compartilhar práticas bem-sucedidas e incentivar ações de cuidado, convivência e proteção nas redes públicas de educação básica.

Thaís Dias Luz Borges Santos, da Secadi/MEC, destaca que a produção reúne iniciativas diversas que mostram como políticas públicas podem se traduzir em mudanças concretas no cotidiano escolar. Segundo ela, os episódios trazem casos reais que utilizam escuta qualificada, diálogo e vínculos fortalecidos para enfrentar situações de violência.

Entre as ações apresentadas estão currículos ajustados às realidades das juventudes, pactos intersetoriais de prevenção, práticas restaurativas desde a infância e reconstrução de vínculos em contextos vulneráveis. Especialistas acompanham as experiências, ampliando o diálogo entre prática pedagógica e formulação de políticas públicas.

Serviço

Episódios inéditos: todas as quintas-feiras, às 19h30 (horário de Brasília).

Reprises do 1º episódio:
26/2, às 23h
27/2, às 2h, 6h, 12h30 e 20h
28/2, às 00h, 11h e 23h
1º/3, às 19h30

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