- Professores e demais servidores da rede estadual de Minas Gerais entrarão em greve a partir do dia 4 de março, anunciado em assembleia na quinta-feira, 26, na Assembleia Legislativa de Belo Horizonte.
- A categoria reivindica reajuste de quarenta e um vírgula oitenta e três por cento, correspondendo às perdas de 2019 a 2025, além do cumprimento do piso salarial definido pelo Ministério da Educação (MEC) para 2026, de 5.130,63 reais.
- Denise de Paula Romano, coordenadora geral do Sind-UTE/MG, afirmou que a greve é uma forma de resistência diante da defasagem salarial e da carga de trabalho ampliada.
- A Secretaria de Educação de Minas Gerais informou não ter sido notificada, não reconhece a greve e orienta as escolas a registrar ocorrências administrativas, reorganizar o calendário escolar e manter a carga horária anual obrigatória.
- A reportagem não obteve resposta sobre o valor salarial aplicado aos professores da rede.
Professores e demais servidores da rede estadual de Minas Gerais anunciam greve a partir de 4 de março. A decisão foi tomada em assembleia realizada na última quinta-feira, 26, no pátio da Assembleia Legislativa de Belo Horizonte.
A categoria reivindica reajuste de 41,83% para zerar perdas de 2019 a 2025 e o cumprimento do piso salarial estadual. O valor fixado pelo MEC para 2026 é de 5.130,63 reais.
Segundo Denise de Paula Romano, coordenadora geral do Sind-UTE/MG, a greve é uma forma de resistência diante da defasagem salarial. A agência afirma que, desde 2015, os vencimentos não acompanham a inflação acumulada.
A Secretaria de Educação de Minas Gerais informou que não foi notificada sobre a greve e não a reconhece. O órgão orienta manter registros administrativos e reorganizar o calendário escolar para cumprir a carga horária anual.
A reportagem não obteve resposta sobre o piso aplicado aos professores da rede. A expectativa é de que as escolas mantenham atividades com ajustes necessários para a continuidade do ensino.
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