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Mulheres negras da classe C são o maior grupo consumidor de livros no Brasil

Mulheres negras da classe C lideram o consumo de livros entre os 3 milhões de novos leitores em 2025, impulsionados pelas redes sociais

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  • Em 2025 o Brasil ganhou cerca de 3 milhões de novos leitores, segundo pesquisa da Câmara Brasileira do Livro com Nielsen BookData.
  • 18% da população com mais de 18 anos comprou pelo menos um livro, impresso ou digital, no ano anterior.
  • A maior parte desse crescimento veio das redes sociais, especialmente da comunidade BookTok.
  • Mais da metade dos compradores chegou às livrarias pelas redes sociais, aponta o levantamento.
  • O grupo mais expressivo de leitores é formado por mulheres negras da classe C, representando cerca de 30% do total.

O Brasil ganhou cerca de 3 milhões de novos leitores em 2025, segundo pesquisa da Câmara Brasileira do Livro em parceria com a Nielsen BookData. O estudo ouviu 16 mil pessoas e aponta que 18% da população com mais de 18 anos adquiriu pelo menos um livro, impresso ou digital, no ano passado. A análise destaca o papel das redes sociais na expansão do hábito de leitura.

Conforme o pesquisador Rafael Parente, PhD em educação, a plataforma digital impulsionou a chegada de novos leitores. Ele ressalta que as telas, com seus algoritmos, ajudam a criar uma nova geração de leitores, mesmo diante críticas ao uso excessivo de dispositivos.

Segundo o levantamento, o grupo que mais se confirma entre os novos leitores é composto por mulheres negras da classe C, responsáveis por cerca de 30% do total. A constatação levanta pontos sobre quem sustenta a cultura no país, segundo o especialista.

Demografia dos leitores

Os dados indicam que o crescimento se concentra em segmentos específicos, com maior participação de jovens e pessoas conectadas a comunidades online. O estudo reforça a relação entre redes sociais e hábitos de consumo de livros, abrindo espaço para políticas de incentivo à leitura.

Implicações para o mercado

A marcação de crescimento expressivo em 2025 sugere reajustes no mercado editorial brasileiro. Editoras relatam maior demanda por títulos digitais e por obras que dialogam com o público jovem e diverso, refletindo a tendência observada na pesquisa.

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