- O governo do Rio Grande do Sul lançou o RS Atento, sistema de monitoramento com inteligência artificial, em 23 municípios gaúchos, com lançamento na quinta-feira (2) pelo governador Eduardo Leite.
- O RS Atento vai integrar câmeras públicas e privadas, leitura automática de placas e disparos de alertas em tempo real, conectando-se a uma base de dados nacional.
- O programa terá investimento de R$ 26,7 milhões por ano, totalizando R$ 80 milhões nos próximos três anos.
- O piloto será em Porto Alegre, no Instituto Estadual Rio Branco, para testar soluções em escala real, incluindo câmeras e infraestrutura de monitoramento na escola.
- Nas próximas semanas, o governo fará a contratação de infraestrutura e definição dos sistemas a serem usados na implementação.
O governo do Rio Grande do Sul apresentou o RS Atento, um sistema de monitoramento e cercamento eletrônico de segurança pública que utiliza inteligência artificial. A iniciativa será implantada em 23 municípios gaúchos, com foco na prevenção de ocorrências e na atuação policial.
O projeto integra IA, sensores avançados e plataformas conectadas para vigilância, análise e tomada de decisão em tempo real. O objetivo é ampliar a segurança nas ruas e também no ambiente escolar, por meio de leitura automática de placas e disparo de alertas.
Investimento e implementação
O programa prevê aporte de cerca de R$ 26,7 milhões por ano, totalizando R$ 80 milhões nos próximos três anos. O sistema poderá interligar câmeras públicas municipais a fluxos privados, ampliando o raio de vigilância.
Início do piloto e etapas seguintes
O piloto será lançado em Porto Alegre, no Instituto Estadual Rio Branco, para testar soluções, equipamentos e rotinas de gestão em escala real. As primeiras câmeras e a infraestrutura de monitoramento já estão em instalação na escola.
Próximos passos
Nas próximas semanas, o governo do Estado deve prosseguir com a contratação de infraestrutura e a definição dos sistemas a serem utilizados ao longo da implementação. O planejamento visa ampliar a atuação e a resposta do Estado de forma mais ágil.
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