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Pais subestimam riscos digitais que afetam os filhos, aponta pesquisa

Pais subestimam riscos digitais vivenciados pelos filhos e não monitoram o uso da internet, mesmo com alta incidência de ansiedade entre jovens

Pais subestimam riscos digitais vivenciados pelos filhos, segundo pesquisa
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  • A pesquisa, com 2.800 pessoas no Brasil, aponta que adultos subestimam os riscos digitais enfrentados pelos filhos e temem mais a violência física.
  • Embora 85% dos pais imponham regras de uso da internet, 48% não acompanham o que os filhos fazem online.
  • Casos reais reforçam o alerta: uma mãe, ao monitorar mensagens da filha de 12 anos, viu abordagens inadequadas de um professor; o docente foi demitido após outras denúncias.
  • O estudo mostra alta conexão entre gerações: 85% do lazer dos adolescentes é online, ante 81% entre adultos, e muitos jovens navegam sem supervisão.
  • Além disso, 58% dos jovens já tiveram crises de ansiedade ou pânico.

O estudo mostra que pais subestimam os riscos digitais vivenciados pelos filhos, como o bullying online, e costumam temer mais a violência física. A pesquisa ouviu 2.800 pessoas no Brasil e indica que, mesmo com regras de uso da internet, quase metade dos pais não acompanha o que os filhos fazem online.

Os autores destacam que 85% dos pais impõem limites, mas 48% não monitoram as atividades dos filhos na internet. A pesquisadora lembra que a proteção é essencial dentro de casa, onde o perigo pode surgir pela falta de vigilância.

Casos reais reforçam a necessidade de atenção aos sinais digitais. Ao analisar as mensagens da filha de 12 anos, uma mãe constatou abordagens inadequadas de um professor, que oferecia encontros fora do horário de aula. O docente foi demitido após novas denúncias.

Dados da pesquisa indicam alta participação dos jovens em atividades online. O lazer de 85% dos adolescentes ocorre pela internet, contra 81% entre adultos. Mesmo com esse engajamento, muitos menores navegam sem supervisão adequada, segundo as entrevistas com estudantes.

Crises de ansiedade ou pânico aparecem em 58% dos jovens pesquisados, associadas ao uso de plataformas digitais. A jovem entrevistada descreve que guarda senhas e sinaliza pouca orientação sobre convivência online, ressaltando a necessidade de supervisão familiar contínua.

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