- Agressor de 18 anos invadiu a Escola Municipal de Ensino Fundamental Professora Ignez de Castro Almeida Mayer, em Suzano (SP), às 13h27, pulando o muro.
- Uma professora foi ferida ao impedir a entrada dele em uma sala; ela teve ferimentos na mão e foi encaminhada ao Hospital Santa Maria, com estado de saúde estável.
- O ataque foi contido rapidamente por um agente de Segurança Escolar; a Polícia Militar chegou ao local às 13h32, com apoio da Guarda Civil Municipal.
- O agressor foi localizado ferido e levado pelo SAMU; a prefeitura informou que os ferimentos foram auto infligidos e não há informações sobre motivação.
- Alunos foram dispensados com segurança; a prefeitura disponibiliza equipes de saúde mental para a comunidade escolar e a ocorrência é investigada pela Polícia Civil.
Uma professora ficou ferida nesta terça-feira (7) durante ataque a uma escola em Suzano, SP. A agressão ocorreu na Escola Municipal de Ensino Fundamental Professora Ignez de Castro Almeida Mayer, que atende do 1º ao 5º ano. O autor, 18 anos, invadiu a instituição e foi contido.
O incidente começou quando o jovem pulou o muro da escola por volta das 13h27. Cerca de um minuto depois, uma agente escolar acionou o botão de pânico. A Polícia Militar chegou ao local às 13h32, com apoio da Guarda Civil Municipal, e o agressor foi contido pelo agente de Segurança Escolar.
A professora conseguiu impedir a entrada do agressor em uma sala, segurando a porta, e acabou ferida na mão. Ela foi socorrida ao Hospital Santa Maria e está em estado de saúde estável. O agressor foi encontrado ferido pela polícia e levado pelo SAMU para atendimento; segundo a prefeitura, os ferimentos foram auto infligidos. Não há informações oficiais sobre a motivação.
Como medida preventiva, os alunos foram dispensados com segurança, e as famílias foram informadas. A prefeitura informou que protocolos de segurança foram seguidos, com fechamento imediato das salas e acionamento das autoridades. Equipes de saúde mental estão à disposição para acolhimento de profissionais e da comunidade escolar.
A ocorrência está registrada pela Polícia Civil. O botão de pânico, ferramenta municipal integrada aos plantões da polícia e da GCM, foi aprimorada após o ataque à Escola Raul Brazil, em 2019.
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