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Professores de SP encerram greve, mantêm mobilização

Professores da rede estadual de São Paulo encerram greve, mantêm mobilização e vão a Alesp pressionar pela retirada do PL 1.316

São Paulo (SP), 26/02/2024 - Fachada de Escola Estadual de São Paulo. Foto: Gov SP/Divulgação
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  • Professores da rede estadual de São Paulo encerraram a greve iniciada na quinta-feira e seguirão com um calendário de ações em todo o estado.
  • Cerca de dez mil participantes votaram pela continuidade da mobilização, com adesão média de 40% da rede.
  • Nesta terça-feira (14), haverá ato às 14h30 na Assembleia Legislativa (Alesp) para pressionar pela retirada do PL 1.316, que trata da Reforma Administrativa da Educação.
  • uma nova assembleia estadual está marcada para 28 de abril, às 15h, na Alesp, para definir próximos passos.
  • Entre as reivindicações estão reajuste salarial, aplicação do piso nacional, abertura de classes para ensino regular, EJA noturno e educação especial inclusiva, revogação da Avaliação de Desempenho, retirada do PL 1.316, meta 17 do Plano Nacional de Educação e resistência à “plataformização” do ensino.

Os professores da rede estadual de São Paulo decidiram, em assembleia realizada na sexta-feira (10), encerrar a greve iniciada na quinta-feira (9). A decisão envolve cerca de 10 mil participantes, com adesão média de 40% da rede estadual. A mobilização, porém, continua.

A categoria optou por manter um calendário de ações em todo o estado, incluindo atos, reuniões e mobilização junto à comunidade escolar. O objetivo é manter a pressão por melhorias nas condições de trabalho e em políticas educacionais.

Para esta terça-feira (14), está prevista uma mobilização às 14h30 na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp). Os docentes vão acompanhar debates e pressionar pela retirada de pauta do PL 1.316, que trata da Reforma Administrativa da Educação. Uma nova assembleia estadual está marcada para 28 de abril, às 15h, na Alesp, para definir os próximos passos.

Demandas

A categoria reivindica reajuste salarial, aplicação do piso nacional como base da carreira e valorização profissional, além de melhores condições de trabalho. A pauta inclui a retirada de pauta do PL 1.316 e a revogação da Avaliação de Desempenho, considerada injusta pela entidade.

Os docentes também solicitam abertura de classes para o ensino regular e para a educação de jovens e adultos (EJA) no período noturno, bem como para educação especial inclusiva que atenda alunos atípicos e com deficiência. A meta 17 do Plano Nacional de Educação (PNE) é destacada como prioridade para equiparação salarial com profissionais de nível superior. O movimento questiona ainda a chamada plataformação do ensino, que integra plataformas de empresas privadas à rotina escolar.

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