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Iniciativa de Prática Social da CUNY encerra em 2027 após cinco anos

Social Practice CUNY encerra em fevereiro de dois mil e vinte e sete, com a última turma em dois mil e vinte e cinco a dois mil e vinte e seis, deixando rede e acervo para futuros projetos

A Black woman with her arms raised sits in a circle of dirt surrounded by boots as people look on.
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  • Social Practice CUNY terminará em fevereiro de 2027, com a última turma de fellowships em 2025–26.
  • O programa, sediado no CUNY Graduate Center, financiou estudantes e docentes de 25 campus da City University of New York.
  • Ao todo, foram concedidos 535 mil dólares em apoio direto a 129 fellows, além de oficinas e do podcast Part of the Practice.
  • As mudanças na vida pessoal das codiretoras e a aposentadoria de um dos fundadores contribuíram para a decisão de encerrar o projeto.
  • As idealizadoras veem o modelo como referência para prática social interdisciplinar na educação superior e esperam que o legado sirva de base para futuros recomeços.

Social Practice CUNY, programa de práticas sociais ligado ao Graduate Center da CUNY, cancelará suas atividades em 2027. A edição 2025–26 será a última turma de fellows, encerrando cinco anos de atuação.

A iniciativa foi coorganizada por Chloë Bass e Greg Sholette, artistas e professores da Queens College. Bass deixará o cargo de docente em Queens ao fim do ano letivo 2024–25 para se dedicar à prática artística. Sholette também está prestes a se aposentar do ensino.

O programa nasceu em 2021 com um financiamento inicial de 530 mil dólares, via Mellon Foundation, em parceria com o SPQ (Social Practice Queens). Ao longo de cinco anos, foram distribuídos 535 mil dólares para 129 fellows.

O objetivo inicial era apoiar trabalhos de prática social já realizados pelos bolsistas, preenchendo lacunas de financiamento acadêmico. Além do suporte financeiro, o SPCUNY promoveu oficinas e produziu o podcast Part of the Practice.

Bass e Sholette destacam que a iniciativa funcionou como projeto artístico gerido por artistas, apesar de operar dentro de um aparato universitário. A meta era conectar pessoas de diversas áreas que atuam na interseção entre arte e justiça social.

Entre as áreas envolvidas estavam serviço social, enfermagem, saúde pública, geografia, arquitetura e estudos de performance. O objetivo era criar uma rede de colaboração que extrapolasse as dinâmicas habituais de sala de aula.

Apesar de não ter avançado para tornar o SPCUNY uma instituição formal, o programa recebeu aportes adicionais da Eugene Lang Foundation e avaliou caminhos para se reinventar dentro do ecossistema CUNY.

Os fundadores buscam manter viva a memória do projeto, sugerindo que o modelo pode inspirar iniciativas semelhantes em outras instituições. Em sua visão, a prática engajada pode atuar como um modelo ágil de organização interdisciplinar.

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