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Cobertura de 2.000 m² une edifícios e simboliza revitalização da zona portuária

Cobertura ondulada de 2.000 m² une palacete de 1916 a terminal modernista, tornando o MAR símbolo da revitalização da zona portuária do Rio

Estrutura de concreto ondulado que conecta um palacete histórico ao novo museu carioca – Créditos: depositphotos.com / dabldy
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  • O Museu de Arte do Rio (MAR), na Praça Mauá, tem cobertura ondulada de 2.000 m² que conecta o Palacete Dom João VI, de 1916, a um terminal rodoviário modernista.
  • A estrutura flutuante é sustentada por pilares de aço que lembram pilotis, criando uma passagem entre os dois edifícios.
  • A intervenção é um retrofit reconhecido pelo Instituto Rio Patrimônio da Humanidade, mantendo o patrimônio histórico ao mesmo tempo em que introduz a modernidade.
  • A cobertura abriga uma praça suspensa, uma passarela envidraçada e um mirante de 360° com vista para a Baía de Guanabara e o Museu do Amanhã.
  • O MAR foi a âncora cultural do Porto Maravilha, abrindo espaço para a educação e a arte na região portuária do Rio de Janeiro.

O Museu de Arte do Rio (MAR), situado na Praça Mauá, tornou-se ícone da revitalização da zona portuária do Rio de Janeiro. Sua cobertura de concreto ondulado, com 2.000 m², conecta dois edifícios distintos, unindo história e modernidade.

O projeto, assinado pelo Bernardes Arquitetura, integra o Palacete Dom João VI de 1916 a um terminal rodoviário modernista. A solução: uma cobertura fluida, sustentada por pilares de aço, que paira sobre as fachadas centenárias.

Essa intervenção funciona como retrofit, preservando o patrimônio e introduzindo novas funções públicas. O IRPH acompanha a obra como órgão de patrimônio cultural, assegurando a integridade histórica.

Arquitetura e engenharia

A cobertura ondulada serve de abrigo para uma praça suspensa e para uma passarela envidraçada. A passarela facilita o fluxo entre o prédio administrativo e os pavilões de exposição do palacete.

O Palacete Dom João VI abriga as salas de exposição, com pé-direito elevado. O edifício vizinho abriga a Escola do Olhar, projeto educativo premiado, que integra educação e arte.

Impacto educativo e regional

A obra prioriza iluminação natural nas áreas de oficina da Escola do Olhar. A integração entre educação, curadoria e arquitetura reforça o papel social do MAR na cidade.

O terraço oferece visão panorâmica de 360° da Guanabara e do Museu do Amanhã, reforçando a relação entre patrimônio, urbanismo e turismo cultural na região portuária.

Panorama institucional

O MAR foi a âncora inicial do Porto Maravilha, abrindo espaço para o Museu do Amanhã. Enquanto o segundo enfatiza ciência e futuro, o MAR preserva memória e evolução urbana da cidade.

A leitura da relação entre as duas obras evidencia a transformação da Praça Mauá: espaço histórico conectado a uma rede cultural contemporânea, sem desconsiderar a paisagem urbana.

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