- Funcionários técnico-administrativos da USP aceitaram acordo com a reitoria para encerrar a greve iniciada em 14 de abril.
- O acordo prevê gratificação mensal de cerca de R$ 1,6 mil para os servidores e abono das horas não trabalhadas em períodos de “pontes” de feriados e recesso.
- A reitoria se compromete a propor a formalização jurídica para o abono dessas horas e a buscar melhores condições de deslocamento, incluindo gratuidade nos ônibus circulares do campus.
- Também ficou acertada uma reunião para ouvir as demandas dos estudantes, com encontro marcado para as 10h30 desta sexta-feira (24).
- O motivo da greve foi a disparidade de reajustes e benefícios, após a criação da Gratificação por Apoio às Atividades Complementares Estratégicas (Gate) apenas para docentes, estimando noventa e seis milhões de reais para dois anos.
Na USP, funcionários técnicos e administrativos aceitaram um acordo com a reitoria para encerrar a greve que começou em 14 de abril. O entendimento envolve gratificação mensal e o abono de horas não trabalhadas em feriados prolongados, visando normalizar atividades.
O documento prevê uma gratificação mensal de cerca de R$ 1,6 mil aos servidores, além da formalização do abono das horas não trabalhadas em períodos de “pontes” de feriados e recesso de fim de ano. A reitoria também estuda medidas de deslocamento interno para todos os trabalhadores, inclusive terceirizados.
Outro ponto do acordo é a criação de ações para melhorar a mobilidade dentro do campus, com a possibilidade de gratuidade no transporte nos ônibus circulares da universidade. Uma reunião com estudantes, que pararam as aulas em apoio, foi marcada para as 10h30 desta sexta-feira.
Ações para estudantes e próximos passos
O sindicato destacou a importância da união entre trabalhadores e estudantes para defender a educação pública. O encontro com os discentes busca ouvir as demandas que também impactam o movimento estudantil. A reunião ocorrerá no local da greve.
Entre na conversa da comunidade