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Janaína Paschoal propõe seminário no gabinete durante greve na USP

Vereadora propõe seminário em seu gabinete para estudantes da USP durante a greve, defendendo continuidade das atividades educacionais fora da universidade

Janaína Paschoal (foto) é professora livre-docente de direito penal na Universidade de São Paulo
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  • A vereadora Janaína Paschoal propôs realizar um seminário com estudantes da USP em seu gabinete, durante a greve na universidade, em mensagem enviada em 25 de abril de 2026.
  • O seminário, que seria originalmente na Faculdade de Direito, poderia ocorrer na Câmara Municipal de São Paulo na tarde de 27 de abril de 2026, para cerca de oito pessoas.
  • Ela afirmou ter dificuldade de acesso ao prédio na sexta-feira, devido a barreiras de grevistas, e citou que a reitoria proibiu atividades on-line durante a paralisação.
  • Paschoal é contrária à greve e afirmou que alunos não têm direito de paralisar serviço público, defendendo a retomada das aulas.
  • Os estudantes reivindicam aumento de bolsas, melhorias no restaurante universitário e mudanças nas regras de uso dos espaços acadêmicos; a minuta sobre o tema foi revogada pela reitoria após a ampliação da greve.

A vereadora Janaína Paschoal (PP), professora livre-docente de direito penal, propôs realizar um seminário em seu gabinete na Câmara Municipal de São Paulo durante a greve que atinge a USP. A sugestão foi comunicada aos estudantes no sábado, 25 de abril de 2026.

O seminário, que originalmente seria na Faculdade de Direito da USP, no Largo de São Francisco, poderia ocorrer na tarde de segunda-feira, 27 de abril. A parlamentar afirmou que, no espaço disponível, caberiam cerca de oito pessoas sentadas, além de um grupo adicional.

Paschoal relatou dificuldades para acessar o prédio na sexta-feira anterior, 24 de abril, devido a barreiras criadas pelos grevistas. Também informou que a reitoria teria proibido atividades presenciais e online durante a paralisação.

Segundo a parlamentar, a greve atrai pautas contrárias à universidade pública e impede a continuidade de serviços essenciais. Ela defende a retomada das aulas presenciais e avalia que a paralisação impacta o funcionamento institucional.

Os estudantes reivindicam, entre outras medidas, aumento de bolsas, melhoria no restaurante universitário e mudanças nas regras de uso dos espaços acadêmicos. Uma minuta sobre o tema foi revogada pela reitoria após a ampliação da greve.

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