- Cerca de 100 alunos de escolas públicas da região do Alto da Independência, em Petrópolis, participam de um projeto que busca estimular a ação e a cooperação comunitária, com as frentes educação ambiental, leitura e escrita, e estímulo criativo.
- A iniciativa funciona com base na autonomia dos estudantes e apoio de professores; a primeira fase começou em 10 de março e envolve três turmas, com a expectativa de alcançar até 1,8 mil alunos.
- O idealizador, Victor Prado, vê o programa como oportunidade de ampliar a visão dos jovens sobre temas estigmatizados, destacando leitura e comunicação de ideias.
- As atividades são Desafio Verde (educação ambiental), Vozes do Alto (leitura e produção de conteúdo) e Arquitetura de Games (games como linguagem criativa e técnica), com participação de Samuel Barros, professor e criador de conteúdo.
- As escolas envolvidas são a Escola Municipal Alto Independência e o Centro Integrado de Educação Pública Santos Dumont; há intenção de abrir novas turmas na próxima semana devido à demanda.
Cerca de 100 alunos de escolas públicas do Alto da Independência, em Petrópolis, participam de um projeto educacional que visa estimular ação e cooperação nas comunidades. A iniciativa envolve três frentes: educação ambiental, leitura e escrita, e estímulo criativo.
O projeto é orientado pela autonomia estudantil com apoio de professores. Inicialmente, em 10 de março, três turmas já estão envolvidas. A meta é alcançar até 1,8 mil alunos ao longo da implementação.
Victor Prado, idealizador, enxerga no programa uma forma de ampliar a visão dos jovens sobre temas comumente estigmatizados, destacando que sustentabilidade pode ser oportunidade e que leitura e escrita fortalecem o uso das ferramentas digitais.
Atividades
Desafio Verde é a primeira etapa, com oficinas e dinâmicas que incentivam a mobilização comunitária para soluções socioambientais locais.
Vozes do Alto foca em leitura, escrita e produção de conteúdo, convidando os estudantes a transformar experiências da região em narrativas autorais.
Arquitetura de Games utiliza jogos como ponte para criatividade, trabalho em equipe e possibilidades profissionais no universo tecnológico.
Samuel Barros, criador de conteúdo sobre games e professor do projeto, afirma que o engajamento superou expectativas, com interesse nos três projetos, não apenas pelos prêmios.
Duas escolas participam inicialmente: Escola Municipal Alto Independência e o Ciep Santos Dumont. Segundo Prado, novas turmas devem surgir já na próxima semana devido à demanda estudantil.
Panorama nacional
Pesquisa do MEC de 2025 aponta que 40% dos estudantes veem aulas práticas como essenciais para a escola do futuro, com destaque para atividades envolvendo tecnologia e mídias digitais. Os dados integram o Relatório Nacional da Semana da Escuta das Adolescências nas Escolas.
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