- Segurança digital da infância depende da presença dos adultos, educação digital e maior responsabilidade das plataformas.
- A discussão foi promovida pelo Valor, em parceria com o Valor Social da Globo, reunindo especialistas para debater o tema.
- A psicóloga Fernanda Rizzo Di Leone, diretora da Ação Brasileira para Consciência Digital, destacou que não basta tirar o celular, é preciso estar disponível e conectado com o que a criança vive.
- Os debates enfatizaram vínculos familiares fortalecidos e atitude educativa contínua para proteger crianças e adolescentes no ambiente online.
- Regulamentação mais rígida pode ampliar responsabilidades das plataformas, ao mesmo tempo em que cria oportunidades para empresas atuarem de forma responsável.
O tema da proteção de crianças e adolescentes no ambiente online foi discutido em debates promovidos pelo Valor, em parceria com o Valor Social, área de responsabilidade social da Globo. O foco está na presença de adultos, na educação digital e em uma regulação mais responsável para as plataformas.
A psicóloga Fernanda Rizzo Di Leone, diretora da Ação Brasileira para Consciência Digital, ressaltou que não basta retirar o celular: é preciso estar disponível e conectado ao que a criança vive. O debate reuniu especialistas para discutir os desafios da proteção online.
Os debates destacaram a importância de vínculos familiares fortes, educação digital constante e uma regulação que assegure responsabilidades das plataformas, sem impedir oportunidades digitais para jovens.
Impacto para famílias e plataformas
Participantes apontaram a necessidade de mecanismos que fortaleçam a participação parental, a alfabetização digital e ajustes regulatórios que incentivem transparência, proteção de dados e cooperação entre governo, setor privado e sociedade civil.
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