- O Brasil tem cerca de 8 milhões de jovens de 15 a 29 anos fora da escola e sem concluir a educação básica, segundo a Fundação Roberto Marinho.
- As informações foram debatidas no Festival LED Globo, com participação de especialistas e educadores.
- A evasão escolar é vista como resultado de barreiras sociais, econômicas e raciais, e não apenas de decisão individual.
- Para reduzir o abandono, defendem políticas públicas articuladas, representatividade no currículo e ações que considerem a realidade de jovens negros, quilombolas e de baixa renda.
- A permanência na escola depende de medidas que deem sentido à educação para diferentes juventudes.
O Brasil tem cerca de 8 milhões de jovens entre 15 e 29 anos fora da escola e sem conclusão da educação básica, segundo a Fundação Roberto Marinho. Dados foram apresentados durante o Festival LED Globo. A evasão é apresentada como fruto de barreiras sociais, econômicas e raciais.
Especialistas e educadores que participaram do evento sugerem que a permanência escolar não depende apenas de decisão individual. Afirmam que a escola precisa fazer sentido para diferentes juventudes, especialmente para grupos historicamente desfavorecidos.
Conteúdos, políticas públicas e representatividade no currículo aparecem como pontos centrais para reduzir o abandono. As ações devem partir da realidade de jovens negros, quilombolas e de baixa renda, segundo os participantes.
Caminhos apontados pelos especialistas
Eles destacam a necessidade de políticas públicas articuladas e de ações que respeitem contextos locais. A ideia é promover permanência por meio de ambientes mais inclusivos e relevantes para quem está fora da escola.
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